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Com acerto com banco, Corinthians deve atingir meta com receita de patrocínios

João Prata e Aline Bronzati | Estadão Conteúdo

Por João Prata e Aline Bronzati | Estadão Conteúdo

17/01/2019 - 7:00 h | Atualizada em 19/11/2021 - 9:31

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Após acertar contrato de patrocínio com o BMG, vínculo que deve ser oficializado nesta quinta-feira, o Corinthians vai atingir a meta de valor estipulada para este ano com patrocinadores. A parceria será de dois anos, até o término do mandato do presidente Andrés Sanchez, e deve render por volta de R$ 30 milhões/ano ao time alvinegro.

O clube já tinha garantida a arrecadação de R$ 20 milhões do acordo com a Nike e mais R$ 15 milhões com outros três anunciantes menores: Poty, que estampa a parte de trás do calção; Universidade Brasil, no ombro; e PES, na barra da camisa. Tudo somado dá cerca de R$ 65 milhões. A diretoria estipulou arrecadar R$ 64 milhões em patrocínios na atual temporada.

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O uniforme do Corinthians ainda tem potencial para render um total de R$ 80 milhões, de acordo com fontes do mercado. Ainda há três espaços a serem preenchidos na camisa. A parte que fica em cima do número, nas costas, deverá continuar com a Positivo. Faltam detalhes para a renovação.

O marketing do Corinthians também está negociando com outra empresa para estampar a barra de trás da camisa. O acordo estaria adiantado e pode ser fechado na próxima semana. Com isso, restará só a manga.

Corinthians e BMG chegaram a um acordo na quarta, o que encerrou um período de quase dois anos sem uma marca para estampar a parte mais nobre da camisa do clube. A estreia do novo uniforme será na primeira partida do Campeonato Paulista, no domingo, contra o São Caetano, em Itaquera.

O Corinthians estava sem o principal anunciante no uniforme desde abril de 2017, quando encerrou o acordo com a Caixa, que pagava cerca de R$ 25 milhões por ano. Para conseguir o novo patrocinador, o clube contou com a ajuda do empresário Giuliano Bertolucci, que tem boa relação com Ricardo Guimarães, dono do BMG. O agente aproximou a diretoria e o banco, facilitando a negociação.

Os patrocínios são parte dos R$ 399 milhões que o clube pretende arrecadar em 2019. O valor inclui ainda direitos de TV e renda dos jogos, entre outros.

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