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Bahia vence Sergipe e enfrenta Paraná na 2ª fase da Copa do Brasil

Luiz Teles
Por Luiz Teles

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Régis comemora após abrir o placar para o Esquadrão
Régis comemora após abrir o placar para o Esquadrão -

O Bahia até passou um pequeno sufoco no 1º tempo, mas após uma 2ª etapa de bom futebol, conseguiu vencer e avançar de fase na Copa do Brasil. Nesta quinta-feira, 16, no Batistão, em Aracaju, o Tricolor bateu o Sergipe por 2 a 0, mantendo a invencibilidade de sua defesa em jogos oficiais na temporada e marcando pela primeira vez longe de Salvador em 2017.

Com o resultado, o Esquadrão agora enfrenta o Paraná na 2ª fase da competição, em Curitiba, em jogo único marcado para o dia 25 (sábado de Carnaval), às 16h. O próximo compromisso da equipe é domingo, às 16h, em Pituaçu, contra a Juazeirense, pelo Campeonato Baiano.

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O jogo

Apesar do caráter decisivo do jogo, o Bahia encarou o primeiro tempo do jogo contra o Sergipe em um ritmo bem diferente daquele que costuma imprimir contra adversários mais fracos, mesmo quando atua fora de casa. Sem pressionar muito a saída de bola do adversário e quase sem contar com o apoio ofensivo dos laterais Eduardo e Armero, o Tricolor fez da cautela sua maior aliada na estreia na Copa do Brasil.

Contudo, a mistura de excesso de zelo com um foco em nível quase zero, sobretudo quando tinha a posse de bola, quase que tornou-se fatal para o Bahia nos 45 minutos iniciais. O Sergipe teve pelo menos duas grandes chances de acabar com a invencibilidade da zaga Tricolor na temporada, ambas em lances de cabeça om o grandalhão Wallace ganhando fácil para o baixinho Armero. Na primeira oportunidade, Jean fez uma defesaça e mandou para escanteio. Na segunda, a bola raspou a trave do imóvel goleiro do Esquadrão.

O Bahia sofreu muito com a pouca efetividade das jogadas de Zé Rafael e Régis, que erraram muitos passes e por poucas vezes encostaram nos atacantes. O melhor momentos da equipe na primeira etapa ocorreu justamente quando o time quebrou o ‘protocolo’, com Armero quase chegando à linha de fundo, cruzando para Diego Rosa ajeitar de cabeça para Régis, que numa de suas raras aparições na área, chutou para fora.

Para felicidade da torcida Tricolor, o vagaroso e apático Bahia da etapa inicial ficou nos vestiários do Batistão e deu lugar a um time mais voluntarioso e ‘ligado’ no 2º tempo. Com uma marcação mais avançada e muito mais velocidade na troca de passes, a equipe envolveu o frágil Sergipe com facilidade e fez valer a maior qualidade técnica de seus jogadores.

O Esquadrão já havia perdido dois gols quando inaugurou o marcador em Aracaju, com Régis, aos 8 minutos. Destaque na jogada, contudo, foi o belo corta-luz de Hernane, que abriu as pernas após passe de Armero, deixando o meia de cara com o goleiro.

Mesmo à frente no placar, o Bahia manteve o ritmo forte e seguiu criando oportunidades para ampliar sua vantagem. Hernane, que cresceu muito de produção com a maior aproximação de meias e laterais, fez de tudo para marcar seu gol, mas viu mesmo foi Diego Rosa mostrar que a boa fase vem acompanhada com uma dose de sorte.

No seu gol, aos 23, ele viu a bola sobrar nos seus pés, com o gol vazio, aós Hernane perder uma chance incrível, na pequena área, após bom cruzamento de Régis.

A partir de então, com a vantagem e o regulamento ‘embaixo do braço’, o Bahia só precisou administrar a partida. Hernane ainda perdeu um pênalti, sofrido por ele mesmo, nos acréscimos, mas o vacilo não fez diferença para a classificação.

Sergipe 0 x 2 Bahia - 1ª fase da Copa do Brasil

Local: Estádio Batistão, em Aracaju (SE)

Quando: Quinta-feira, às 20h30

Gols: Régis, aos 9’; e Diego Rosa, aos 22’ do 2º T

Árbitro: Grazianni Maciel Rocha

Assistentes: Silbert Faria Sisquim e Diogo Carvalho Silva (trio do Rio de Janeiro)

Cartões amarelos: Vicente, Cajano e Ferreira (S); Tiago, Renê Júnior e Jean (B)

Público: 5.974 pagantes

Renda: R$ 184.000,00

Sergipe - Ferreira, Sorriso (Davi Ceará), Jonas, Carlos Alexandre e Vicente; Gil Baiano (Fabiano Tanque), Ramalho, Welton e Wallace; Cajano (Quirino) e Hiago. Técnico: Betinho.

Bahia - Jean, Eduardo, Tiago, Jackson e Armero; Renê Júnior, Edson e Régis (Juninho); Diego Rosa (Kaynan), Zé Rafael (Mário) e Hernane. Técnico: Guto Ferreira.

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