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No reencontro com a torcida, Bahia não sai do zero com o Palmeiras e segue no Z-4

Daniel Dórea e Redação

Por Daniel Dórea e Redação

12/10/2021 - 21:00 h

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O Esquadrão de Aço criou as melhores chances do confronto, mas parou na noite inspirada do goleiro Jailson | Foto: Felipe Iruatã | Ag. A TARDE
O Esquadrão de Aço criou as melhores chances do confronto, mas parou na noite inspirada do goleiro Jailson | Foto: Felipe Iruatã | Ag. A TARDE -

Foram 17 meses de espera desde o último jogo com torcida na Fonte Nova. Apenas 4.509 privilegiados compraram ingresso para ver, nesta terça-feira, 12, Bahia x Palmeiras, na volta da permissão de torcedores aos estádios em Salvador. Essa pequena parte da imensa Nação Tricolor saiu feliz com o desempenho do time, mas triste com a falta de sorte e chateada com a competência do goleiro do Palmeiras, Jailson.

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Com uma bela atuação, principalmente no segundo tempo, o Esquadrão parou em duas defesas milagrosas do veterano arqueiro palmeirense e o grito de gol foi calado na Fonte: 0 a 0. O resultado mantém o Tricolor na zona de rebaixamento, mas o que time apresentou mantém a ascensão da esperança, após o triunfo sobre o Athletico na rodada anterior, na reestreia do técnico Guto Ferreira.

O próximo compromisso do time é neste sábado, às 21h, contra o América-MG, no Estádio Independência (MG).

Sangue tricolor

Bem organizado nesses primeiros jogos sob o comando de Guto Ferreira, o Bahia – que usou uma camisa vermelha, chamada de ‘Sangue’, em homenagem aos sócios que se mantiveram fiéis ao clube mesmo no longo período longe do estádio – conseguiu fazer um primeiro tempo relativamente parelho com o Palmeiras. O Alviverde foi mais incisivo em suas investidas ao ataque, mas, no geral, não houve clara superioridade de nenhuma das equipes.

A primeira grande chance da partida não valeu. É que, lançado em profundidade, Dudu ficou cara a cara com Danilo Fernandes e acertou o goleiro, mas a arbitragem anotou tardiamente – e corretamente – o impedimento. E o jogo ia seguindo nessa toada, sem arrancar suspiros.

O Bahia não conseguia criar, mas, bem postado, também não dava mole para o adversário, que, sem conseguir penetrar na defesa tricolor, apelou a chutes de longa distância. Danilo pegou facilmente os arremates de Jorge e Dudu.

Do meio para o fim da primeira etapa, o Tricolor tentou ousar mais, principalmente usando os lados do campo. Da esquerda para o meio saiu a primeira finalização relevante do time. Aos 29 minutos, Daniel tentou da entrada da área. Passou por cima. Em jogada parecida aos 35, Raí teve o chute desviado.

Nos instantes derradeiros, o Palmeiras de fato chegou perto do gol. Aos 37, Luiz Otávio saiu jogando errado e a bola ficou com Luiz Adriano, que soltou o pé das proximidades da área. Danilo salvou. Seis minutos depois, Raphael Veiga foi servido por Dudu em contra-ataque, avançou, mas errou feio na hora de concluir.

Show de Jailson

Depois de uma etapa inicial mais conservadora, o Bahia se mostrou muito mais assanhado na etapa complementar, mostrando grande apetite de triunfo. Nos primeiros minutos, ameaçou pressionar, mas sem construir tão bem, cenário que mudou a partir dos 14 minutos, quando arquitetou a melhor jogada da partida.

Acionado pela esquerda, Mugni cruzou rasteiro e Gilberto pegou bonito de primeira. Jailson se esticou para salvar. Era o começo do show do veterano goleiro palmeirense. Um minuto depois, ele só torceu para a cabeçada de Felipe Melo não atentar contra a própria meta. Aos 16, trabalhou bem num chute de Daniel da entrada da área. Dez minutos mais tarde, chegou à sua obra-prima.

Servido por Capixaba, Mugni bateu, a bola desviou e Jailson conseguiu mudar seu movimento para operar um verdadeiro milagre.

Parecia mesmo que o triunfo do Bahia, naquele momento mais do que merecido, estava amarrado. Aos 37 minutos, a situação ficou ainda mais favorável, com a expulsão do palmeirense Wesley por entrada violenta em Renan Guedes. Mas nesse ponto do confronto o fôlego do Esquadrão estava reduzido. O máximo que conseguiu foi uma série de cruzamentos de Capixaba que ninguém conseguiu aproveitar. A noite perfeita no dia do retorno da fanática torcida tricolor à Fonte Nova acabou ficando no quase.


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