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Ponto para a incompetência; leia análise de Bahia e Coritiba

Vitor Villar | Análise do jogo
Por Vitor Villar | Análise do jogo

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Rafael Miranda divide no alto com Carlinhos, do Coritiba: retrato do mau futebol apresentado
Rafael Miranda divide no alto com Carlinhos, do Coritiba: retrato do mau futebol apresentado -

Sorte da torcida que os portões da Fonte Nova estavam fechados neste domingo, 7, dia da Independência do Brasil. A equipe que entrou em campo não seria capaz de alegrar nem o mais apaixonado dos tricolores. Mais uma vez inoperante jogando em casa, o Bahia mais sofreu do que agrediu o adversário. E no final, saiu do empate em 0 a 0 com um ponto generoso.

Nada, nem o esquisito uniforme de camisa amarela, short azul e meiões amarelos - em homenagem ao Sete de Setembro - conseguiu mudar o monótono roteiro dos últimos jogos em casa. De novo, pelo menos, o Bahia marcou bem e não levou sustos. Mas na hora de rolar a bola e criar as chances de gol, o time foi medíocre. Resultado: um chute a gol em todo o primeiro tempo.

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Na etapa final o time até melhorou, conseguiu pressionar - terminou com 57,9% de posse de bola - mas, por falta de capricho dos atacantes, não foi capaz de marcar. Foram sete finalizações no segundo tempo, seis na direção do gol, mas todas em cima do goleiro Vanderlei. Não há motivos para reclamar: o Bahia vira o turno da Série A na penúltima posição.

O jogo

O discurso do técnico Gilson Kleina segue muito distante do que o Bahia apresenta em campo. Enquanto antes e depois dos jogos o comandante clama por mais coragem dos atletas e capacidade de criar as jogadas, na hora da verdade o ataque do Tricolor continua sem incomodar os adversários - mesmo que esse oponente seja outro time que briga contra o rebaixamento e que o jogo seja dentro da casa tricolor.

O Esquadrão fez mais um primeiro tempo lamentável. A bola só passeou por um lado do campo: o de ataque do Coxa. Se por um lado, lá atrás, a marcação do Bahia garantia mais um jogo sem sustos, os homens de frente não conseguiam emendar três passes sem serem interceptados pela defesa rival.

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Sorte do Esquadrão que o Coritiba atravessa uma fase igualmente medíocre. As duas equipes chutaram sete vezes a gol em todo o primeiro tempo - todas bem longe das traves. O Coxa finalizou seis vezes e o Bahia, apenas uma.

A única chance clara do Bahia não terminou com chute. Motivo: o Tricolor errou o último passe. Diego Macedo recebeu na área um lançamento na medida de Rhayner, e ficou frente a frente com o goleiro. Em vez de chutar, o lateral improvisado como meia preferiu devolver para o companheiro, mas tocou em cima da zaga.

No intervalo, Kleina fez questão de mostrar que estava tudo errado. O Bahia voltou com duas novidades: Henrique no lugar de Fahel e Guilherme Santos na vaga de Roniery.

A mudança fez bem e o Bahia ganhou mais opções de ataque. Com Guilherme como meia pela esquerda e Rhayner recuado pela direita, o time ganhou velocidade e criou mais no contra-ataque. A exemplo da chance de Rhayner, aos 11 minutos - o primeiro chute a gol do time em toda a partida.

Aos poucos, o panorama mudou e o Bahia deixou de ameaçar só no contra-golpe. A partir dos 30 minutos, a bola passou a rolar mais, e só deu Bahia. Em parte porque Léo Gago, jogando mais centralizado do que pela esquerda, passou a ditar o ritmo. No melhor momento do time, ele criou duas oportunidades, aos 38 e aos 39. Mas foi pouco para mudar a mesmice.

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