EC.VITÓRIA
Leão embala na Fonte contra o Paysandu e pula para 2º

A uma semana do Ba-Vi na Fonte Nova, o Vitória reivindicou o palco do duelo como sua casa. E mostrou que pode, sim, ter dois lares.
Diante de seu melhor público na Série B - os 22.948 pagantes superaram os 20.945 do clássico da ida, no Barradão -, o Leão fez 3 a 1 no Paysandu no segundo jogo consecutivo que mandou na Arena fonte Nova. No anterior, goleou o Mogi Mirim: 4 a 1.
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O triunfo levou o time para o segundo posto, que era ocupado justamente pelo Papão. Além disso, o técnico Vágner Mancini pode comemorar o fato de não ter perdido por suspensão, para o Ba-Vi, nenhum dos 10 pendurados que ameaçavam desmanchar a equipe.
Só o zagueiro Guilherme Mattis, que não estava entre eles, vai se ausentar do embate. O beque foi expulso mesmo no banco por reclamação.
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Ritmos diferentes
O primeiro tempo teve dois ritmos diferentes. Quando mais acelerado, não gerou mudança no placar. Já quando perdeu emoção, o jogo viu seu gol inaugural. Este saiu num momento em que as equipes não conseguiam mais construir jogadas e assustavam apenas em bolas paradas.
E foi com uma cobrança de falta quase perfeita que Escudero colocou a bola na rede. 'Quase' porque a bola atingiu o travessão antes de tocar no goleiro Emerson e entrar.
Isso aconteceu aos 39 minutos, no momento mais monótono da partida, que teve suas jogadas mais interessantes no início. Aos oito, Escudero cruzou e David desviou com perigo. Aos 12 e 14, Roni e Aylon exigiram boas defesas de Gatito Fernández.
Aí veio o marasmo interrompido pelo gol do gringo, que, por sua vez, provocou reação imediata do Paysandu. Aos 41, Gatito foi eficiente em tentativas seguidas de Roni e Gualberto, de cabeça. Seis minutos depois, estava batido em lance que Léo Melo não completou.
No tempo complementar, o Leão ampliou logo no minuto inicial, quando Kanu aproveitou de cabeça uma cobrança de escanteio de Escudero. Mas a tranquilidade durou pouco. Aos nove, Fahel lançou para Pikachu acertar lindo chute e devolver os paraenses ao jogo.
Cabelos ainda ficaram em pé quando Gatito fez defesaça em chute de Roni, mas a calmaria definitiva veio com o pênalti competido por Gualberto em Diego Renan. Escudero, o nome do duelo, converteu.
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