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"Guerreiro" tenta parar o "Mago" no clássico

Agencia Estado
Por Agencia Estado

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De um lado o brigador Marcelo Mattos, volante que como poucos incorpora o espírito da raça corintiana; de outro, o chileno Valdivia, meia de toques refinados, que rapidamente se tornou o cérebro do time do Palmeiras. De uma boa jornada deles depende, com certeza, as chances dos gigantes no clássico de domingo, no Morumbi. Será uma partida decisiva. Quem ganhar jogará o rival na crise e voltará com moral à briga por uma vaga nas semifinais do Campeonato Paulista.

Valdivia e Marcelo Mattos têm se destacado por seus times neste início de temporada. E o chileno não duvida: será um belo duelo: "Estou no Brasil há sete meses e conheço bem todos os jogadores do Corinthians. Sei que o Marcelo Mattos joga forte, é um ótimo jogador." Para sair da marcação do volante corintiano, Valdivia garante não ter segredo. "Preciso só me concentrar bastante no meu trabalho e tentar fazer o melhor possível."

Preocupado com o chileno, Leão escalou Marcelo Mattos para acompanhá-lo em todos os setores do campo. Para completar, vai escalar outro volante, Daniel, na vaga do meia Willian. Neutralizando o cérebro do Palmeiras, os corintianos acreditam diminuir muito o poder ofensivo verde. "Com uma marcação reforçada, não daremos espaços para eles entrarem na nossa defesa e ainda poderemos ter uma saída rápida para o ataque", observa Mattos, antes de elogiar Valdivia. "Ele é um meia muito ofensivo, talentoso. Mas, se encurtarmos o espaço dele, teremos boas chances de vencer."

Será o segundo clássico de Valdivia pelo Palmeiras. O primeiro foi contra o próprio Corinthians, em outubro, pelo Brasileirão: vitória alvinegra por 1 a 0. Em todos os outros clássicos do Palmeiras nesse período, o chileno não jogou por estar machucado ou suspenso.

Com 23 jogos pelo Palmeiras, mas só um gol marcado até agora (contra o Rio Branco, na segunda rodada do Paulistão), Valdivia admite que precisa melhorar nas finalizações. Até o técnico Caio Júnior já andou lhe dando uns puxões de orelha pelo excesso de preciosismo na hora de chutar a gol. Ontem, porém, Valdivia fez o único gol do coletivo - um chute de fora da área, no ângulo esquerdo do goleiro Diego Cavalieri.

Não é só o chileno

Apesar da árdua missão, Marcelo Mattos prefere pensar em todo o Palmeiras, não apenas em Valdivia. "Ele sozinho não vai conseguir nada. Se estiver bem e o time mal, não conseguirá nada. Temos de prestar atenção em todos."

O clássico para Marcelo Mattos é bem mais do que sua batalha com Valdivia. O jogador costuma se dar bem diante do rival, como na última vez em que enfrentou o Palmeiras, ainda no Brasileiro do ano passado. "Estávamos numa fase complicada, ameaçados de rebaixamento e, com um gol meu, vencemos por 1 a 0 e conseguimos fôlego para salvar a equipe", lembra.

Naquela oportunidade, sua esposa, Maria Leide, havia lhe dito antes do jogo que estava grávida de Marcelo Antônio, que nascerá em junho. "Enfrentar o Palmeiras traz boas coisas. Foi depois de um jogo contra eles, em 2005 (2 a 2 no Morumbi) que conheci minha esposa. Quem sabe, depois deste duelo, eu não ganhe na Mega Sena", brinca.

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