ESPORTES
Principal acusado no escândalo italiano foge do tribunal
Luciano Moggi, o principal acusado no maior escândalo esportivo na Itália nos últimos 25 anos, disse que não vai se apresentar diante do tribunal esportivo, cujos trabalhos começam amanhã na sala de imprensa do Estádio Olímpico, em Roma.
Quase chorando em uma entrevista a TV, o ex-dirigente da Juventus se disse um "bode expiatório". "Fui condenado antes de ser julgado", argumentou, para se ausentar. Outro ex-dirigente da Juventus, Antonio Giraudo, também acusado de manipular resultados, estará presente.
Deverão ser ouvidos ainda o vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, o dono da Fiorentina, Diego Della Valle, e o presidente da Lazio, Claudio Lotito. Galliani também presidia a Liga de Futebol, mas renunciou ao cargo quando estourou o escândalo. Entre os envolvidos estão o ex-presidente da Federação Italiana, Franco Carraro, e vários árbitros. A Juventus corre o risco de perder 2 títulos. E pode se rebaixada, juntamente com Milan, Fiorentina e Lazio.
O presidente da Uefa, Lennart Johansson, aguarda uma decisão do tribunal esportivo até a metade do próximo mês para definir uma eventual punição aos clubes italianos nas competições européias.
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