ESPORTES
Procurador pede seis anos de prisão para Luciano Moggi
Ex-diretor geral da Juventus e principal personagem de um esquema de manipulação de resultados na Itália, Luciano Moggi pode ser preso por seis anos, de acordo com a recomendação de um procurador. Além disso, foi proposta a reclusão de cinco anos ao filho do dirigente. A GEA, empresa de Alessandro Moggi, também estava envolvida no escândalo.
Luciano Moggi foi banido do futebol em 2006 por cinco anos, sob a acusação de influenciar o resultado de jogos. "Não estamos falando de atividades, mas o comportamento é similar", afirmou o procurador Luca Palamara.
A empresa também solicitou as prisões de Francesco Zavaglia, ex-CEO da GEA, por 42 meses, e Davide Lippi, filho do treinador Marcello Lippi, empresário que tinha ligação com a empresa, por 16 meses.
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