CICLISMO NA CAPITAL
Prova estadual de ciclismo terá competição por bairros de Salvador
3º Desafio Bahia de Ciclismo e Paraciclismo começa na Estação da Lapa com largada às 6h30

A terceira edição do Desafio Bahia de Ciclismo e Paraciclismo, organizada pela Federação Baiana de Ciclismo (FBC), tem as suas largadas a partir das 6h30 do domingo, 26, na Estação da Lapa. Cerca de 180 atletas de quatro estados brasileiros, divididos nas categorias elite masculino e feminino mais masters A e B, vão passar por vários bairros de Salvador até a linha de chegada no Dique do Tororó, onde 30 atletas do paraciclismo vão fazer o seu percurso da prova.
A competição, considerada aberta por não contemplar todas as categorias oficiais da federação, repete a proposta dos dois anos anteriores passando por algumas das principais avenidas da cidade, como a Mário Leal Ferreira (Bonocô), a Luís Eduardo Magalhães, a Luís Viana Filho (Paralela), a Orlando Gomes e a 29 de Março.
A programação se inicia no final da tarde do sábado, a partir das 17h, com a entrega dos kits dos atletas e o congresso técnico também na Estação da Lapa. Para a realização da prova, será feito um fechamento progressivo, por etapas, dos locais por onde os ciclistas vão passar com o objetivo de não atrapalhar o trânsito da cidade.
“É um evento feito para os ciclistas que gostam de uma dinâmica e uma emoção diferente porque é pela cidade. Há uma ansiedade em dividir o trânsito com os carros e os ônibus, mas há toda uma estrutura montada entre a FBC, a Sudesb, a Nova Lapa, a Polícia Militar e a Transalvador para dar segurança aos participantes. Teremos trinta motociclistas mais carros de apoio e ambulâncias na equipe”, pontua Oscar Schmidt, presidente da FBC.
Paraciclismo – Com a largada no mesmo lugar, no domingo, 26, mas com um percurso partindo para o Dique do Tororó, onde vão pedalar por uma hora e meia, as seis categorias da segunda edição do paraciclismo no Desafio Bahia vão reunir mais de 30 ciclistas. Ano passado, foi realizada a primeira competição de paraciclismo na Bahia pela prova.
“Na Bahia, não existe uma cultura da prática das modalidades do paraciclismo, apenas alguns atletas que competem ali ou aqui, às vezes como lazer. Sem esses apoios, não seria possível organizarmos uma prova dessa porque a maioria dos atletas é carente de recursos, treinamentos, técnicos e espaços. A competição vai se tornar um marco. Estamos fomentando a modalidade no estado”, comenta Fred Matos, presidente da associação Meu Sorriso, que busca desenvolver ações de socialização para o público PCD e suas famílias, fazendo parte da organização do evento.
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