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Em reunião do G20, Bolsonaro distorce realidade da situação econômica do Brasil

Da Redação
Por Da Redação
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Bolsonaro contou aos demais líderes que tem amplo apoio popular e que a economia brasileira está crescendo | Foto: Reprodução
Bolsonaro contou aos demais líderes que tem amplo apoio popular e que a economia brasileira está crescendo | Foto: Reprodução -

Líderes de diversas partes do planeta participam do G20, grupo das maiores economias do planeta. Um oportunidade para buscar contato pessoal e tratar problemas globais, bem como resolver arestas entre países. Neste sábado, 30, em Roma, na cúpula do bloco, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) parecia ter outra missão: distorcer a situação do Brasil, dizer que a Petrobras é "um problema" e criticar como sempre a imprensa.

O UOL teve acesso exclusivo à antessala do local onde o G20 se reuniria e presenciou uma conversa entre Bolsonaro e o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, acusado de promover um desmonte da democracia do país.

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Bolsonaro, que até então tinha trocado conversas apenas com os garçons do local, foi levado por seus assessores para falar com Erdogan. Ao se aproximar, o presidente pede ao tradutor: "Me ajuda aí", sorrindo nervoso. Na mesma rodinha de líderes estava Olaf Scholz, vencedor das eleições na Alemanha, um dos grandes parceiros comerciais do Brasil. Bolsonaro, porém, sequer olhou para o alemão e começou uma conversa com o turco.

Vendo que havia sido ignorado pelo brasileiro, o homem que provavelmente irá liderar a Alemanha virou as costas e foi falar com os primeiros-ministros Boris Johnson (Reino Unido), Justin Trudeau (Canadá) e Modi Narendra (Índia). Ao lado dos ministros Paulo Guedes (Economia) e Carlos França (Itamaraty), Bolsonaro conta aos demais líderes que tem amplo apoio popular e que a economia brasileira está crescendo. Mas, sem ser perguntado, critica a imprensa local e ataca a Petrobras, alvo de constantes reclamações por causa do sucessivos aumentos no preços dos combustíveis.

Hoje, a retomada da economia brasileira é uma das piores entre o G20 e a popularidade atingiu seu nível mais baixo, em setembro. Segundo o Datafolha, a reprovação foi de 53%. O país ainda deve registrar o menor crescimento em 2022 entre os membros do G20, segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional).

Bolsonaro não fez uma só pergunta aos líderes estrangeiros, não elogiou os demais países e nem trocou impressões pessoais. Ao contrário de outras rodinhas de líderes, o brasileiro não falou sobre a pandemia ou sobre as decisões do G20.

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