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Gato que perdeu patas traseiras recebe prótese metálica

Agência Estado

Por Agência Estado

25/06/2010 - 17:03 h

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O gato Oscar, de Londres, pode ter perdido uma de suas nove vidas, mas se tornou um dos primeiros felinos biônicos no mundo. Ele passou por uma cirurgia inovadora, em que foram implantadas duas próteses metálicas no lugar de suas patas traseiras, perdidas durante um acidente com uma ceifadeira no ano passado. Graças aos novos pés, Oscar conseguiu voltar a fazer movimentos praticamente iguais ao de qualquer outro gato.

Logo após o acidente, os donos Kate e Mike Nolan levaram o bichano para um veterinário local, que os encaminhou para o médico Noel Fitzpatrick, um cirurgião neuro-ortopédico de Eashing. Com o auxílio de engenheiros especializados em biomédica, Fitzpatrick fez dois implantes metálicos, ou pinos. Eles foram atados a duas patas protéticas.

Fitzpatrick disse que ele e os engenheiros biomédicos desenharam as patas artificiais de maneira que se unam ao osso e à pele. As próteses foram anexadas ao osso no local de amputação e então cobertas com hidroxiapatita, que incentiva o crescimento de osso e pele por cima do metal. As patas artificiais foram, então, fixadas nas extremidades das próteses. "Oscar agora pode correr e pular como os gatos deveriam fazer", disse Fitzpatrick.

Os donos de Oscar esperam que suas novas patas ajudem no avanço da tecnologia para o desenvolvimento de próteses para humanos. "Ele é um gato bastante sortudo", disse Mark Johnston, veterinário e porta-voz da Associação Britânica de Veterinária de Animais Pequenos. Mas ele duvida que a técnica se torne amplamente utilizada devido ao alto custo e ao fato de serem raros os casos em que animais perdem duas pernas.

Johnston disse que o período de seis meses a um ano será crítico para Oscar. Segundo ele, os veterinários devem acompanhar de perto o felino e verificar a existência de infecções, ferimentos ou outros problemas de movimento que possam surgir. "Pode não durar a vida toda, mas se você der a um gato alguns anos de mobilidade sem dor, vai valer a pena", disse.

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