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OPINIÃO

A vida pulsa na ciência

Confira o Editorial deste sábado

Redação

Por Redação

14/03/2026 - 3:25 h

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Quanto maior o investimento em ciência e tecnologia, mais alta a probabilidade de viabilizarem-se descobertas visando ao bem-estar da população. A validade desta proporção implica necessariamente acreditar no fortalecimento dos projetos científicos na Bahia, mediante transferência de R$ 38 milhões.

Foi este o montante destinado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia a três universidades baianas (Ufba; UFRB; Uefs) mais o Instituto Federal da Bahia. Dinheiro público para a pesquisa científica reverte também em maior soberania devido à redução da dependência de agentes estrangeiros, invertendo o fluxo.

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A robustez da infra-estrutura para produção local traduz-se em inventos feitos no Brasil – e na Bahia – , além da validação de novos insumos e metodologias. A assinatura dos convênios, na sede do Senai Cimatec, atendeu ao clamor dos cientistas, trazendo um novo alento às equipes distribuídas nos laboratórios.

Sensação de alicerce, bem forrado pela convergência de interesses entre academia e sociedade, ganha tônus rijo com o anúncio de mais 13 chamadas públicas. O total a ser liberado para quem vencer os editais alcança a marca dos R$ 3,3 bilhões, fazendo circular a possante seiva do progresso em áreas emergenciais.

Entre estas, os destaques vão para a biotecnologia, a transformação digital da indústria e a transição energética, três dos temas atualizados por importância mundial.

Todo este caudal de boas energias, traduzidas em cifras volumosas, alcança a dimensão política, devido ao enfrentamento do resiliente movimento anticiência. Enquanto negacionistas teimam em buscar consonância com adeptos de soluções belicosas, resultando no sofrimento das guerras, a vida pulsa na ciência.

Não fosse suficiente esta adesão incondicional da pesquisa aos princípios humanitários, o auspicioso borderô busca reduzir antiquíssimas desigualdades. Assim, as instituições das regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste tendem a receber mais recursos em cenário do qual emerge como único vencedor o conhecimento a ser compartilhado.

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