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OPINIÃO

Editorial - A má gestão do transporte

Da Redação
Por Da Redação

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Quem sofre é a população, devido à lentidão e descuido com o sistema
Quem sofre é a população, devido à lentidão e descuido com o sistema -

Vencer o desafio de viabilizar o bom funcionamento no transporte público de uma metrópole do tamanho e da importância econômica de Salvador é condição necessária para uma gestão competente, revelando-se um pequeno administrador aquele incapaz de propor soluções razoáveis, como vem se verificando, não apenas agora com Bruno Reis, mas desde os mandatos anteriores de seu mentor, ACM Neto.

Quem sofre é a população, e devido à lentidão e descuido com o sistema, toda a economia da cidade, resultando em paralisações sucessivas e péssima qualidade no serviço prestado, sem vislumbrarem os administradores caminhos razoáveis para resolver a questão sem penalizarem ainda mais os cidadãos.

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Uma nova ocorrência desagradável para a coletividade está por vir, com o anúncio da paralisação do sistema pelo Sindicato dos Rodoviários da Bahia, com o objetivo de sensibilizar a prefeitura para analisar a pauta de reivindicações da categoria, resultando o impasse em uma provável greve por tempo indeterminado e consequências imprevisíveis.

Foram 50 dias de negociações até esgotar-se a paciência dos trabalhadores, como se o conteúdo com 17 itens não tivesse evidente relevância, produzindo a sensação de negligência e desrespeito com demandas importantes para os soteropolitanos de todos os bairros e classes sociais.

O contexto inspirou o vereador Henrique Carballal a culpar o ex-prefeito e pré-candidato ao governo do estado pela crise, ao acusar a prioridade na busca pela arrecadação com a outorga de R$ 500 milhões para ser paga pelas empresas à municipalidade, com a estratégia de licitar novas linhas de ônibus.

Cabe pontuar como inaceitável o ardil com viés prioritário de acúmulo de recursos, quando se tem como certo o dever dos responsáveis pela gestão com o cotidiano de quem precisa deslocar-se diariamente, arriscando-se, em caso de insistência na má vontade em buscar um consenso, em rejeição nas urnas nos próximos pleitos, uma vez ter o eleitor a percepção de inépcia no trato da coisa pública.

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