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17/05/2023 às 0:30 - há XX semanas | Autor: Da Redação

OPINIÃO

Editorial - Contra a homofobia

Nesta quarta-feira, 17 de maio, se comemora o Dia Internacional contra a homofobia

Rejeição ou aversão a quem prefere relacionar-se com amores de mesmo sexo biológico está presente na sociedade
Rejeição ou aversão a quem prefere relacionar-se com amores de mesmo sexo biológico está presente na sociedade -

O Dia Internacional contra a homofobia é comemorado há três décadas, a cada 17 de maio, no entanto, o combate ao preconceito segue fazendo parte do cotidiano da cidadania, recomeçando a cada aurora, pois a luta continua.

A rejeição ou aversão a quem prefere relacionar-se com amores de mesmo sexo biológico está presente na sociedade desde os costumes impostos pelos invasores europeus, ao instituírem a família monogâmica.

A celebração corresponde à vitória sobre o conservadorismo, pois foi num dia como hoje a retirada da homossexualidade do rol internacional de doenças relacionadas pela Organização Mundial da Saúde, conforme parecer científico.

O reconhecimento da preferência abriu caminho para a organização de gigantescos encontros com o tema do orgulho gay e a bandeira do arco-íris passou a atrair adeptos de outras orientações sexuais igualmente prejudicadas pelas insanas perseguições.

Desde então, surgiu a união de lésbicas, bissexuais, transgêneros, queers, intersexuais, assexuais, pansexuais, polissexuais e novas escolhas tendem a crescer graças à compreensão de serem todas as pessoas plenamente livres.

Apesar dos avanços, a violência física e simbólica contra a comunidade alternativa está longe de ser controlada, pois os grupos de extrema-direita são intransigentes em defesa dos modelos tradicionais importados da Europa.

Nas escolas, nos lares, nos ambientes de trabalho e nos meios de transporte, ocorrem situações nas quais faltam o respeito e a tolerância, excedendo-se os homofóbicos em agressões, atentados e até óbitos.

O planejamento para a reeducação de um povo nada cordial precisa de mais investimento para tirar o Brasil da vergonhosa condição de recordista mundial de LBTQUIA+ vítimas de assassinato.

A dificuldade de colocação no mercado, em busca dos escassos empregos, ou a sujeição a receber ordenados menores, desempenhando mesmas atividades em relação aos colegas heteros, é outra barreira a ser removida, visando a um convívio pautado nos princípios civilizatórios.

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