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OPINIÃO

Editorial - Proteção à infância

Confira o Editorial desta quarta-feira, 25

Redação

Por Redação

25/03/2026 - 5:50 h

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Imagem ilustrativa da imagem Editorial - Proteção à infância
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A comoção criada com as circunstâncias da morte da adolescente Thamiris pode ter produzido uma medida para evitar repetir-se a tragédia. Quem souber de algum caso ou ameaça de violência contra crianças e adolescentes terá mais facilidade em denunciar por telefone fixo, o Disque 125.

O novo canal exclusivo está nos planos da prefeitura de Salvador, em trabalho da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude. Para funcionar, será preciso entrosar as equipes de atendentes com as forças de segurança no sentido de conseguir celeridade nas ações.

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A notícia foi anunciada com proporcional ênfase pela presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Dinsjani Pereira dos Santos. A adesão de Salvador corresponde à estratégia nacional visando ampliar os meios de socorro rápido a quem ainda nem pode se defender.

De acordo com o planejamento, a linha 125 será operada pelo Conselho Tutelar, unindo-se ao Disque 100, por meio do qual são registrados maus-tratos. Por suposto, pode-se concluir não ter sido suficiente este serviço do Disque 100, a ponto de criar-se um outro canal para a mesma finalidade de proteção infantil.

Investimentos de R$ 12 milhões em outros 40 projetos, apresentados por organizações da sociedade civil, podem aumentar a sensação de cuidado. Trata-se do Edital de Chamamento Público 2026, prevendo até R$ 300 mil por cada proposta com objetivo de prover a população de segurança e bem-estar.

O momento pede mesmo total empenho, conforme consulta ao Atlas da Violência 2025, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A Bahia, destacando-se negativamente a capital, apresenta escalada de mortes violentas de crianças e adolescentes.

Dilatando para o contexto nacional, os dados mais recentes de 2023 registram, a cada hora, 13 menores sofrendo algum tipo de violência no país em 2023, seja física, psicológica, sexual ou por negligência. O Brasil não merece conviver com este contexto de tamanho desprezo pela infância.

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