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O livro liberta

Horizontes podem se abrir a quem apetece ter acesso às letras.

Publicado quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024 às 06:00 h | Atualizado em 14/02/2024, 06:21 | Autor: Da Redação
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Hoje é 14 de fevereiro, Dia Internacional da Doação de Livros, data de crescente importância, à proporção da retomada de consciência pelas pessoas, do bem gerado pelo conhecimento e bons afetos da literatura de qualidade.

No Brasil atual, o movimento coletivo de união e reconstrução tem como um de seus pilares o poder de reduzir as desigualdades, por meio de leituras capazes de abrir horizontes a quem apetece ter acesso às letras.

Como defensor da causa da educação desde sua edição número 1 e como realizador do programa A TARDE Educação, A TARDE propaga essa ideia, ao incentivar o apetite pelo hábito de transportar-se para um novo mundo, enquanto leitores tornam-se outros, mais preparados.

Das cinzas desta quarta, quando o crepúsculo do Carnaval se anuncia, pode renascer a vontade de oferecer este ou aquele conjunto de folhas impressas e reunidas em volume, encadernado ou brochado, a depender da tecnologia.

Quem tem demais em casa já passou da hora de aprender a virtude de partilhar o saber, mas atenção: precisa-se conferir se é mesmo uma boa indicação, tendo em vista os valores humanitários como pressupostos.

Não é difícil doar, basta lembrar de um amigo, com perfil capaz de interessar-se por determinado tema; a biblioteca da vizinhança, para reforço do acervo; ou uma escola da rede pública ou privada, a fim de atender melhor a juventude.

Para verificar o quanto é importante uma publicação de autora ou autor confiável, basta revisar momentos da história nos quais houve censura, mediante decretos de tiranias, produzindo sentenças condenatórias.

Em um país de subletrados, efeito retardado das leis dos invasores europeus, sequestrando estantes, e mesmo depois de independente, um povo inclinado à pândega e às armas, um alento têm sido as feiras literárias da Bahia.

A distribuição alcança dimensão política, quando se sabe a libertação – ou escravidão mental – gerada ao simples interpretar do texto, além de melhorias no convívio incentivadas ou rechaçadas graças a modos de ler o mundo.

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