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Anastasia e Zema tentam conquistar eleitorado evangélico em Minas Gerais

Jonathas Cotrim | Estadão Conteúdo
Por Jonathas Cotrim | Estadão Conteúdo
| Atualizada em

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Os dois candidatos ao governo de Minas Gerais que disputam o segundo turno das eleições 2018, Antonio Anastasia (PSDB) e Romeu Zema (Novo), investiram para conquistar o apoio do eleitorado evangélico em Belo Horizonte, nesta segunda-feira, 15. Ambos se encontraram com lideranças e fiéis da Igreja Batista Getsêmani, uma das maiores congregações evangélicas da capital mineira.

Anastasia, que não havia divulgado previamente que cumpriria agenda com os religiosos, defendeu a normalização dos repasses para prefeituras mineiras, melhorias na saúde e em infraestrutura no Estado. O tucano disse também que pretende colocar os salários dos professores em dia, antes de pensar em reajustes.

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"A igreja evangélica é muito expressiva, tem muitos valores sociais e nos ajudou em muitas parcerias", disse Anastasia, lembrado do apoio das entidades religiosas cristãs em programas de recuperação de usuários de drogas, enquanto ele esteve à frente do Palácio da Liberdade, entre 2010 e 2014. O senador eleito por Minas Gerais Carlos Viana (PHS), que foi apoiado pelo tucano, o acompanhou no evento.

Zema se disse favorável à "família tradicional" e contrário ao "ensino de ideologias" nas salas de aula. "Escola é para ensinar matemática e português, não para criar confusão na cabeça das crianças", disse. O candidato do Novo ainda se declarou favorável à isenção fiscal de igrejas e ao retorno da disciplina de educação moral e cívica nas escolas.

"Estou conversando com todo tipo de entidade, não me nego a falar com nenhuma classe. Da diversidade surge o enriquecimento e é extremamente bom para a democracia", disse o candidato Zema, que voltou a manifestar apoio ao candidato à Presidência pelo PSL nas eleições 2018, Jair Bolsonaro, e declarou estar sendo "atacado" neste segundo turno, por falas "distorcidas" pela imprensa.

O pastor-presidente da Igreja Batista Getsêmani, Jorge Linhares, declarou voto em Bolsonaro e Anastasia. Entre as apresentações dos candidatos, o líder religioso fez diversas críticas ao PT e ao candidato à Presidência pelo partido, Fernando Haddad. "Os evangélicos precisam ser respeitados", disse Linhares, que dedicou orações tanto para Anastasia quanto por Zema.

O pastou pediu para que fiéis que votarão em Bolsonaro levantassem a mão. Em seguida, perguntou quem votaria no PT. "Está repreendido em nome de Jesus", disse ao ver uma mão levantada pelo partido de Haddad.

Representante de Bolsonaro

Um dos principais aliados de Bolsonaro, o senador Magno Malta (PR-ES), que não conseguiu se reeleger, representou o presidenciável. Além de minimizar a derrota nas eleições, Malta discursou defendendo pautas de Bolsonaro e fazendo diversos ataques contra Haddad e o PT, a quem o senador chamou de "demônio".

Malta afirmou que a eleição de Bolsonaro unirá o País. "Quebramos o preconceito que tínhamos contra os católicos, e eles e os espíritas quebraram o tabu que tinham contra a gente." No fim do discurso, o senador voltou a dizer que, se for eleito, o presidenciável do PSL transferirá a Embaixada Brasileira em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém.

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