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BLOCO UNIDO

Lideranças do PSD se unem contra juros abusivos do Banco Central

Deputado federal Gabriel Nunes particiopu de reunião que pediu apuração da conduta de Campos Neto

Da Redação
Por Da Redação
Otto Alencar, Rodrigo Pacheco, Gabriel Nunes e Antônio Brito. Lideranças do PSD unidas contra os juros altos.
Otto Alencar, Rodrigo Pacheco, Gabriel Nunes e Antônio Brito. Lideranças do PSD unidas contra os juros altos. -

O PSD e mais cinco partidos que integram a base do governo Lula se uniram para questionar a taxa de juros do Banco Central e pedir a abertura de um "procedimento de apuração" sobre a conduta de Roberto Campos Neto à frente da instituição.

Um dos integrantes dessa frente é o deputado federal Gabriel Nunes (PSD), que participou nesta quarta-feira, 5, da reunião com líderes dos seis partidos da base governista e com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), a quem foi entregue a proposta.

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"Estive em uma audiência no Senado Federal juntamente com o senador Otto Alencar, nosso líder na Câmara, deputado Antônio Brito, e uma comitiva composta por senadores e deputados de nove partidos, para discutir a necessidade de analisar os juros abusivos do Banco Central", declarou Gabriel Nunes.

Segundo o parlamentar baiano, "o governo federal reconhece a importância de reduzir a inflação com urgência, para que o país possa retomar o crescimento, gerar empregos e, consequentemente, ter capacidade de investimento".

"É responsabilidade do Senado Federal analisar e fiscalizar a atuação do Banco Central. É necessário que a política monetária seja avaliada, tendo em mente que nosso objetivo comum é o desenvolvimento do país e a melhoria da qualidade de vida de nosso povo", acrescentou Gabriel.

Os signatários do documento mencionam o artigo 1º da Lei Complementar nº 179 de 2021, que estabelece, como objetivos do Banco Central autônomo, "suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e promover o pleno emprego".

No documento entregue a Pacheco, eles solicitam que o Senado investigue "possíveis motivações viciadas e desvio de finalidade, desconectadas de eventos anteriores que levaram o Banco Central do Brasil a manter a taxa de juros em 13,75%", exigindo explicações técnicas, evidências concretas e demonstrações da legalidade, motivação, imparcialidade e eficácia da política adotada.

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