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POLÍTICA

Bolsonaro ataca Petrobras e projeta perda de R$ 30 mi para estatal

De acordo com ele, queda seria consequência de articulação feita para criar CPI que investigue a empresa

Da Redação

Por Da Redação

18/06/2022 - 17:21 h

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Presidente entrou em pé de guerra com a estatal após novo reajuste dos combustíveis
Presidente entrou em pé de guerra com a estatal após novo reajuste dos combustíveis -

Em pé de guerra com a Petrobras por conta do novo reajuste dos combustíveis, anunciado na última sexta, 17, o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a atacar a empresa durante fala em um culto evangélico em Manaus (AM) neste sábado, 18.

De acordo com ele, o valor de mercado da empresa deve cair mais de R$ 30 bilhões durante a próxima semana em razão da articulação feita por ele para a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investigue a estatal.

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Ainda de acordo com Bolsonaro, a queda já anunciada da empresa, que perdeu R$ 27,3 bilhões de valor de mercado na sexta, é de responsabilidade de sócios minoritários da estatal

"Os minoritários, empresas de fundo de pensão dos Estados Unidos, ganham em média R$ 6 bilhões por mês. Dinheiro de vocês que botam combustível nos carros. A Petrobras perdeu R$ 30 bilhões. Acredito que vai perder outros 30", disse Bolsonaro. "Eles não pensam no Brasil. Virou Petrobras futebol clube para seu presidente, diretores, conselheiros e dito minoritários. Vamos pra cima deles", finalizou arracandando aplausos do público.

A proposta do presidente ganhou o apoio até da oposição, com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder do grupo, sendo publicamente favorável. Tal falto assustou os acionistas minoritários da Petrobras, que temem que a reação pública dê aval para o governo avançar contra a direção da empresa.

O representante dos minoritários no Conselho de Administração da Petrobras, Francisco Petros, encaminhou uma carta na qual propõe um congelamento de 45 dias nos preços dos combustíveis. Em contrapartida, o governo deverá retirar indicações de comando da estatal e respeitar as regras de governança da mesma.

Isso vai contra os planos de Bolsonaro, que tenta mudar o comando da Petrobras desde maio e espera por assembleia dos acionistas para avaliar o nome de Caio Paes de Andrade, indicado pelo Planalto.

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