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POPULAÇÃO INDÍGENA

Aras diz que violências ao povo Yanomami não ficarão impunes

PGR decide reforçar equipe com 30 procuradores para cuidar da região amazônica

Da Redação

Por Da Redação

06/05/2022 - 18:00 h | Atualizada em 06/05/2022 - 18:14

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Aras desembarcou no Pará nesta quinta-feira, 5
Aras desembarcou no Pará nesta quinta-feira, 5 -

O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse que nesta sexta-feira, 6, terá uma “primeira conversa” com procuradores da região amazônica sobre casos de violência contra a população indígena, entre eles, a denúncia de que uma menina Yanomami teria sido estuprada e morta.

“No que depender de mim, crimes como este não ficarão impunes e serão tratados com prioridade por este Procurador-geral. Vou discutir esse e outros casos de violência contra a população indígena da Amazônia com os procuradores da região. Hoje será a primeira conversa. Pretendo falar também com os integrantes do MPF de todos os estados da Amazônia”, afirmou o procurador à CNN Brasil.

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Também nesta sexta-feira, 6, Aras designou, 30 procuradores para cuidarem de assuntos e investigações socioambientais, na região amazônica. Dez desses postos terão atribuição regional, sendo cinco destinados para a área da Amazônia Ocidental, que compreende os estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, e cinco para a Amazônia Oriental, que são Amapá, Mato Grosso e Pará. Os outros procuradores designados irão cuidar de atividade de coordenação.

Após o caso de violência a uma aldeia Yanomami em Roraima ganhar repercussão e causar comoção nacional, Aras desembarcou no Pará nesta quinta-feira, 5.

“Vim ao Pará para conhecer de perto a realidade atualizada de dois problemas que preocupam a PGR e exigem nossa atenção: as questões ambientais e indígenas. O Pará tem problemas próprios e específicos que exigem nossa atenção. Cabe à PGR garantir estrutura e pessoal, para dar apoio aos procuradores da república que atuam em casos daqui. Mas me chama a atenção o caso da denúncia de que uma indígena Yanomami teria sido violentada e morta em outra região da Amazônia”, disse à CNN.

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Augusto Aras Pará Yanomami

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