PARA EVITAR GREVES
Bolsonaro tenta conter insatisfação de categorias com reajustes
Muitas áreas do funcionalismo público pleiteiam mudança na remuneração

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), tenta conter a insatisfação de algumas categorias com promessas de reajustes. Em ano eleitoral, o Planalto quer evitar greves, mas algumas propostas não saíram do papel, o que tem causado, no momento, a paralisação de servidores do Banco Central, do INSS e do Ministério do Trabalho e da Previdência.
Bolsonaro alega que há um impasse, pois o aumento para todas as categorias “desagradaria a todos”. Muitas áreas do funcionalismo público não têm mudança na remuneração desde 2019.
Houve um acordo entre diferentes alas política e econômica, em março, para conceder reajuste linear para todos os servidores federais ainda em 2022, com aumento de 5% para todo o funcionalismo da União. A promessa não saiu do papel após quase dois meses e ainda que avance, só começaria a valer em junho.
Delegados não anunciaram paralisação, mas seguem pressionando pela renúncia do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.
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