POLÍTICA
“Nós vivemos um bom momento”, diz Lula sobre a economia do Brasil
Presidente da República exaltou os dados de emprego, salário e investimentos no país
Por Da Redação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exaltou neste sábado, 29, em visita a São Paulo, o momento econômico vivido pelo Brasil. O petista lembrou a queda do desemprego, o crescimento da média salarial dos trabalhadores e o PIB (Produto Interno Bruto) de 2023, que superou as expectativas dos analistas.
“Nós vivemos um bom momento. Não sei se vocês acompanham os números da economia na televisão. Hoje tem um número importante. Hoje temos o menor desemprego desde 2014, ou seja, o menor em 10 anos. Hoje nós temos um crescimento da massa salarial de 11,7%. Hoje temos um salário mínimo crescendo de acordo com o PIB. Hoje, os acordos são feitos salariais com aumento real. A indústria automobilística, que fazia 20 anos que não tinha investimento, eles anunciaram R$ 129 bilhões, hoje temos um PAC que investe R$ 1,7 trilhão no país”, enumerou o presidente.
Lula ainda citou o novo programa de crédito do governo federal, apresentado pelo ministro Fernando Haddad (PT), da Fazenda. A ideia é que o projeto aumente o poder de compra dos brasileiros, aqueça o mercado nacional e estimule o crescimento econômico.
“É por isso que o Haddad apresentou um programa chamado Acredita. Ele ainda não está funcionando porque não está totalmente aprovado, mas o Acredita é a mais importante política de crédito desse país. E é por isso que eu gosto de dizer: se tiver crédito, tem desenvolvimento econômico, tem desenvolvimento social; se tiver crédito, a economia cresce. E é por isso que nós queremos fazer política de crédito para que as pessoas tenham acesso”, afirmou o petista.
Apesar dos números positivos na geração de emprego e aumento da renda, o governo federal tem sofrido pressão para a realização de um ajuste fiscal, que diminua os gastos do Estado brasileiro. Lula resiste às mudanças, o que, de acordo com analistas econômicos, tem provocado o aumento da cotação do dólar no Brasil. O receio do mercado é que isso acabe pressionando a inflação, hoje considerada controlada.
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