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Maioria dos deputados apoia Passaporte da Vacina; na Bahia, dois são contra

Publicado às | Atualizado em 21/10/2021, 18:04 | Autor: Redação
Outro levantamento mostra que todos estão vacinados | Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil
Outro levantamento mostra que todos estão vacinados | Foto: Tânia Rêgo/Ag. Brasil -
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Ao longo da pandemia de covid-19, ações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mostram que ele é contrário à obrigatoriedade da vacinação e aos chamados passaportes de imunização, mas o Congresso pode acabar frustrando o chefe do Executivo nacional.

O Senado já aprovou projeto de lei que cria documento para identificar pessoas vacinadas, e levantamento feito pelo Metrópoles e A TARDE mostra que é alta a adesão a essa ideia.

Perguntado aos 513 deputados federais qual a opinião deles sobre o passaporte da vacina. Do total de parlamentares, 251 (48,9%) responderam até o fechamento deste texto. Dos que se manifestaram a favor, 162 (64,5%) são favoráveis ao passaporte e 51 (20,3%) se disseram contrários. Outros 29 (11,5%) declararam que ainda não se decidiram.

Dos 39 deputados baianos, 21 chegaram a responder o questionamento. Destes, 15 (71,4%) afirmam ser favoráveis e três (14,2%) não souberam responder. Os deputados Carlos Tito (Avante) e Abílio Santana (PL), disseram ser contra a obrigação do passaporte e João Carlos Bacelar (PL) se recusou responder.

Em outro levantamento, os deputados foram consultados sobre a imunização contra a Covid. Dos 304 que responderam, só 6 disseram não ter se vacinado: Carla Zambelli (PSL-SP), Diego Garcia (PODE-PR), Junio Amaral (PSL-MG), Luís Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), Marcelo Brum (PSL-RS), Marcio Labre (PSL-RJ).

Tramitação no Congresso

Em junho deste ano, o Senado aprovou, com 72 votos favoráveis e nenhum contrário, o PL nº 1.674/2021, que cria o Certificado Nacional de Imunização e Segurança Sanitária (CSS). O documento, segundo o texto, poderá identificar os vacinados e garantir a esse grupo acesso a espaços públicos e privados que exijam a proteção contra o coronavírus.

Em julho, em votação apertada, a Câmara rejeitou requerimento que solicitava regime de urgência para o trâmite do PL. O pedido precisava de ao menos 257 votos para conseguir aprovação, mas obteve 232. O projeto não tem prazo para ser apreciado no plenário.

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