METROPOLITANA
Pacientes denunciam descaso em UPA de Simões Filho

Falta de suportes para álcool em gel, macas em péssimo estado e insuficiência de sabão líquido foram alguns dos itens observados por pacientes da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.
Além disso, relatos de desorganização, bem como o desrespeito com as medidas para uso de EPIs, foram relatados. De acordo com um paciente, ao chegar ao local, observou uma recepcionista sem máscara.
O neto de D. Lindaura Silva dos Santos, após ser internada na UPA, fez inúmeras denúncias, via redes sociais, sobre a unidade de Simões Filho. Ele relatou as condições estruturais do local, bem como, a falta de qualificação dos profissionais do estabelecimento. O jovem denunciou, ainda que exames da paciente foram entregues escritos à caneta em um “pedaço de papel”.
Outro problema relatado é a atuação dos profissionais da UPA. De acordo com acompanhantes dos pacientes, os que necessitam de internação precisam ser carregados por familiares. Eles também denunciaram a falta de oxímetro e equipamentos para medir pressão arterial e glicose.
Vale lembrar que a Prefeitura de Simões Filho terceirizou a gestão administrativa da UPA para a Provida, empresa que teve contrato rompido em São Francisco do Conde, por deixar de pagar encargos sociais e trabalhistas dos profissionais contratados, além de não quitar despesas de consumo de água e energia elétrica das unidades geridas.
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