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Nenhuma nova variante da Covid-19 foi identificada na China, diz OMS

Grupo Consultivo se reuniu para analisar a situação no país

Da Redação
Por Da Redação

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Tedros Adhanom afirmou que várias regiões do mundo causam preocupação
Tedros Adhanom afirmou que várias regiões do mundo causam preocupação - Foto: Christopher Black | OMS | AFP

A Organização Mundial da Saúde afirmou nesta quarta-feira, 4, que as variantes da Covid-19 que circulam na China são as mesmas já conhecidas e que circulam em outros países. A entidade assegurou que não foram identificadas novas variantes do vírus.

O Grupo Consultivo Técnico da OMS sobre a Evolução do Vírus SARS-CoV-2 se reuniu na terça-feira, 3, para analisar a situação na China e concluiu que as subvariantes BA.5.2 e BF.7 da variante Ómicron do SARS-CoV-2, que causa a covid-19, predominam no país e juntas correspondem a 97,5% das infeções.

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A conclusão foi tomada após a análise de 773 sequências genéticas do SARS-CoV-2 com origem no país, dos mais de dois mil genomas fornecidos após apelo da entidade e sequenciados a partir de 01 dezembro de 2022.

Diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom afirmou que várias regiões do mundo causam preocupação devido a transmissão intensa quanto com uma subvariante recombinante se espalhando rapidamente.

“Nas últimas semanas, houve aumento de relatos de internações e pressão do sistema de saúde, principalmente em regiões temperadas do hemisfério norte, onde também circulam doenças respiratórias, incluindo gripe”.

Ele pontuou que a OMS continua pedindo que a China agilize o envio de dados sobre hospitalizações e óbitos, bem como sequenciamento viral mais abrangente e em tempo real.

"A OMS está preocupada com o risco de vida na China e reiterou a importância da vacinação, incluindo doses de reforço, para proteger contra hospitalização, doenças graves e morte".

A Organização afirma ainda que seguirá acompanhando "de perto" a situação na China e no mundo e alerta "todos os países a manterem-se vigilantes, a monitorizarem e reportarem sequências" genéticas do coronavírus, bem como "a realizarem análises independentes e comparativas" das diferentes subvariantes da variante Ómicron, incluindo sobre "a gravidade da doença que causam".

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