SAÚDE
Tratamento contra câncer de pulmão teve avanços, diz oncologista
Doença é a segunda mais comum no Brasil, segundo o Inca

O tratamento e o rastreamento do câncer de pulmão teve grande avanço nos últimos tempos, segundo avaliação do oncologista do Hospital Aliança e coordenador do serviço de Oncologia da Rede D'Or Bahia, Rodrigo Guedes.
Ele alerta que a doença, segunda mais comum no Brasil segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), costuma ser silenciosa, o que atrasa o diagnóstico e prejudica o prognóstico.
Em entrevista ao Podcast do Portal M!, Guedes afirmou que devido à ligação entre o câncer de pulmão e o tabagismo, há protocolos de rastreamento especiais aos fumantes por meio da tomografia de baixa radiação.
Ele afirmou que, graças à ciência, a compreensão das mutações celulares relacionadas ao câncer de pulmão tiveram consideráveis avanços.
"Há um entendimento das várias mutações das quais que o câncer de pulmão pode ser decorrente, e algumas delas têm tratamentos-alvo já estabelecido no mercado brasileiro e mundial, por exemplo, a mutação EGFR, que já possui tratamento específico", disse.
Guedes citou também que o tratamento do câncer hematológico também teve avanços e há um procedimento que retira a célula de defesa para potencializá-la.
"Ela é reinserida para atacar essa célula de forma mais eficaz. Ela é aprovada para alguns tipos de tumores reumatológicos. E no Brasil, dois centros foram pioneiros: o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e o São Rafael, aqui em Salvador. É um novo tratamento que traz grande esperança".
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