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Cayos Cochinos, um paraíso em Honduras para ser visitado

Germán Reyes | Agência EFE

Por Germán Reyes | Agência EFE

17/10/2012 - 19:28 h | Atualizada em 17/10/2012 - 23:59

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Na sua visita a Cayos Cochinos, Alejandro se encontrou com alguns italianos de uma centena que estavam vários dias no paradisíaco lugar hondurenho como parte de um programa de "sobreviventes", que já teve como visitantes jovens espanhóis e colombianos, promotores gratuitos do lugar paradisíaco. Este arquipélago é formado por duas ilhotas grandes e 13 pequenos cayos (pequenas ilhas) que, ao serem avistados a partir de uma pequena lancha, parece que estão no centro do mar do Caribe e que - além de suas águas entre cristalinas, azul-turquesa e azul-escuro - não há nada melhor para se ver.

Para alguns visitantes assíduos, o melhor é viajar para os cayos em lanchas de motor, quando o mar é um espelho e sua tranquilidade permite às vezes a companhia de golfinhos brincalhões, ver peixes de diferentes cores ou tartarugas marinhas gigantes. Mas, se a viagem for feita com um pouco de maré alta, as ondas que batem nas pequenas embarcações banham os eufóricos viajantes provocando, além disso, diminutos arco-íris que duram menos de um segundo na retina.

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Na opinião da secretária hondurenha de Turismo, Nelly Jerez, os Cayos Cochinos são uma das maiores belezas naturais que o país tem e das melhor preservadas no Caribe. O mergulho sob normas internacionais de certificação, a pesca controlada e a caminhada por trilhas estabelecidas são os únicos esportes permitidos no parque marinho.

Estação científica - No arquipélago funciona a Estação Científica do Monumento Natural Marinho Arquipélago de Cayos Cochinos, que se localiza no Cayo Menor. A estação foi construída em 1995 sob as diretrizes do Smithsonian Tropical Research Institute (STRI) e financiada pela Sociedade de Investimentos Ecológicas (Siec), diz o diretor-executivo do centro, o biólogo Adrián Oviedo.

Oviedo explica que a Estação Científica é parte da Fundação Hondurenha para a Proteção e Conservação de Cayos Cochinos, conhecida também como Fundação Cayos Cochinos, para a qual trabalham permanentemente cerca de 35 pessoas, entre biólogos, pessoal de conservação, administração de campo, ciências navais, guarda de recursos e de apoio.

Preservar - O ponto mais próximo entre os Cayos Cochinos e a terra firme é Nova Armênia (18 quilômetros), embora também haja outros lugares a partir dos quais se pode viajar para o arquipélago como Sambo Creek (26), La Ceiba (39) e Roatán (40). O turismo em massa não é uma opção para a área protegida, por isso não se permite a chegada de embarcações grandes. Ao chegar a Cayos Cochinos o turista é advertido que não pode levar nada mais do que suas fotografias e experiências; que a única coisa que pode deixar são suas pegadas, e que se for "matar alguma coisa" que seja apenas o tempo.

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