Busca interna do iBahia
HOME > a tarde + > CINEINSITE
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

CINEINSITE

Assistimos ao live action de O Rei Leão e confirmamos: sensação de nostalgia

Alex Torres*
Por Alex Torres*
| Atualizada em

Siga o A TARDE no Google

Google icon
O longa apresenta um alto realismo e fidelidade no quesito visual
O longa apresenta um alto realismo e fidelidade no quesito visual - Foto: Divulgação

A grande espera dos fãs da Disney pelo live action de "O Rei Leão" finalmente acabou. O longa metragem adaptado da animação de 1994 chegou nesta quinta-feira, 18, as telas dos cinemas de todo o Brasil. Com isso, o Portal A TARDE assistiu a adaptação e comenta o que achou do tão esperado lançamento.

Logo de cara, é inevitável não destacar o visual altamente realista adotado na produção dirigida pelo norte-americano John Favreau - também diretor de Mogli: O menino lobo. A clássica cena de abertura, cantando "Ciclo sem fim", promete gerar uma emocionante sensação de nostalgia no público que curtiu a versão original. Os gráficos são tão incríveis que é possível também perceber um certo exagero em alguns tipos de cena, como os constantes focos nas patas dos personagens.

Tudo sobre CINEINSITE em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

No entanto, se por um lado temos um alto realismo e fidelidade no quesito visual, o mesmo não se pode dizer em algumas passagens do diálogo no longa. Como não lembrar, por exemplo, do momento em que Simba entoa no cemitério de elefantes: "Eu ando na selva 'braba', eu rio na cara do perigo"? Na versão atual, a fala foi substituída por apenas um "Eu dou risada do perigo". Outro detalhe que gerou um certo incômodo foi a ausência das hienas Ed e Banzai, responsável pela criação de alguns momentos de comicidade da película dos anos 90.

Ao todo, o remake possui trinta minutos de duração a mais do que o clássico. Mesmo assim, ainda existem alguns momentos onde percebem-se passagens rápidas e bruscas de diálogos marcantes, como no clima criado no reencontro entre Simba e Nala, e na conversa do mesmo com seu pai, após ser conduzido por Rafiki a retornar às terras do reino. Em compensação, os personagens Timão e Pumba suprem essa deficiência com um destaque pouco maior e falas tão engraçadas quanto na versão original, ou até mais.

Por fim, Rei Leão não chega a ser uma adaptação 100% fiel em todos os aspectos. Apesar disso, vale relembrar o sentimento criado por um dos filmes mais marcantes de toda a incrível história da Disney. De um modo geral, o longa metragem promete arrastar adultos e crianças para as telinhas e entregar um produto bom, porém, não espetacular, comparado à sua versão original.

*Sob supervisão da editora Nelson Luis

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
O longa apresenta um alto realismo e fidelidade no quesito visual
Play

Websérie explora cultura ancestral de aldeia Xukuru-Kariri

O longa apresenta um alto realismo e fidelidade no quesito visual
Play

Filme do Mamonas Assassinas está disponível; saiba onde assistir

O longa apresenta um alto realismo e fidelidade no quesito visual
Play

Última temporada de "Dom" chega ao Prime: "Intensa e visceral"

O longa apresenta um alto realismo e fidelidade no quesito visual
Play

Aviões do Forró rouba a cena no Festival de Cannes; assista

x