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04/07/2023 às 11:28 • Atualizada em 05/07/2023 às 16:26 - há XX semanas | Autor: Da Redação

CIDADES SUSTENTÁVEIS

Japão apresenta seu projeto de cidade flutuante

Dogen será capaz de abrigar 40 mil pessoas em alto mar de forma autônoma

Imagem ilustrativa da imagem Japão apresenta seu projeto de cidade flutuante
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Em meio ao crescimento das metrópoles, como manter nossas cidades habitáveis? Os designers japoneses da N-Ark se propuseram a resolver com sua iniciativa revolucionária: a cidade de Dogen, apresentada como "uma cidade flutuante inteligente voltada para a saúde”, projetada para operar de forma autônoma em caso de desastre natural.

Composta por três zonas, a cidade será capaz de oferecer lar a 40 mil pessoas. O anel externo, de cerca de 4 quilômetros de extensão, abriga áreas residenciais e infraestrutura-chave para água, esgoto e energia. A segunda zona apresenta edifícios flutuantes que podem se mover, acompanhados de um sistema de trânsito de barcos que se assemelha a um metrô aquático. A terceira zona fica abaixo da superfície da água, oferecendo um centro científico submerso, equipado com um centro de dados subaquático e instalações de pesquisa médica.

Apesar de seu tamanho compacto, a cidade foi projetada para resistência, sua forma circular projetada para resistir a condições climáticas severas e até mesmo a tsunamis. O quadro externo da cidade imita o corpo de um navio, proporcionando uma camada adicional de defesa contra intempéries.

A Cidade de Dogen não se trata apenas de sobrevivência – é sobre florescer. Embalada dentro de sua circunferência de 4 quilômetros, a cidade está repleta de vegetação, dedicando espaços à produção de alimentos, escolas, áreas esportivas, hospitais, parques, estádios, hotéis e escritórios.

No entanto, construir uma cidade no mar não vem sem desafios. As estimativas da N-Ark projetam um consumo de cerca de 2 milhões de litros de água por ano, além de uma produção anual de 3.288 toneladas de lixo. Eles também estimam a necessidade de produção de quase 7 mil toneladas de alimentos e a geração de 22.265.000 kW de energia. Essas demandas substanciais de infraestrutura exigem planejamento cuidadoso e inovação.

A N-Ark pretende completar Dogen até 2030, embora os detalhes específicos das fases de construção, custos e a futura localização da cidade permaneçam em segredo.

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