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MARAÚ

Após acusações de falsificação, advogado recebe desagravo público da OAB-BA

Denúncias ocorreram em meio a disputas por questões ambientais na Península de Maraú

Victoria Isabel

Por Victoria Isabel

07/03/2026 - 9:12 h

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Maraú, no Baixo Sul da Bahia
Maraú, no Baixo Sul da Bahia -

Após ser acusado de falsificar documentos, o advogado e professor Georges Louis Hage Humbert recebeu um desagravo público da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA). A medida foi adotada pela entidade em defesa das prerrogativas profissionais do advogado.

As acusações partiram de uma promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia, de integrantes do Coletivo de Defesa do Meio Ambiente e Direitos da Península de Maraú e do militante Jailton Andrade, conhecido nas redes sociais como “Japantera”. As denúncias foram divulgadas na imprensa local, em redes sociais e em manifestações públicas.

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Segundo a OAB-BA, as declarações ocorreram em meio a disputas envolvendo questões ambientais e territoriais na Península de Maraú, no sul da Bahia. A região enfrenta conflitos relacionados a licenciamento ambiental, ocupação de terras e projetos de desenvolvimento turístico.

Humbert atua como advogado em processos judiciais e administrativos ligados a essas discussões. Ele também é especialista em direito ambiental e preside o Instituto Brasileiro de Direito e Sustentabilidade (IBRADES).

Após analisar o caso, a OAB-BA concluiu que não foram apresentadas provas que sustentem as acusações de falsificação. Para a entidade, as declarações atingiram a honra profissional do advogado e deveriam ter sido tratadas nos canais judiciais apropriados, e não por meio de exposições públicas ou debates nas redes sociais.

Desagravo público

O desagravo público é um instrumento utilizado pela OAB para manifestar apoio institucional a advogados que tenham suas prerrogativas ou reputação profissional questionadas.

A decisão também recebeu apoio de entidades como a Associação Comercial da Bahia (ACB) e do próprio IBRADES. Representantes dessas instituições afirmaram que o episódio levanta discussões sobre segurança jurídica e sobre o ambiente de negócios no estado.

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Tags:

ADVOCACIA conflitos ambientais Desagravo Público direito ambiental Ordem dos Advogados do Brasil península de maraú

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