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Comoção marca enterro das vítimas do acidente do ônibus da Jauá

Cristina Santos
Por Cristina Santos

Angústia, emoção e lágrimas marcaram o sepultamento das oito vítimas do acidente com o ônibus da empresa Jauá, de placa JOZ-2333, que caiu na manhã de segunda-feira em um barranco da BR-420, no trecho conhecido como “curva do S”, o mais perigoso da estrada, entre os municípios de São Félix e Maragojipe. Os primeiros corpos começaram a chegar por volta das 15 horas desta terça-feira nas localidades de Bagé e Guapira, zona rural de Maragojipe.



Em Nagé foi sepultado o aposentado Antônio Conceição, de 59 anos. Ele viajava na companhia do cunhado, José Reis Short, de 63, que escapou da morte após conseguir sair por uma das janelas quebradas do ônibus. Na localidade de Guapira, a 13 km de Maragojipe, a família de Betânia Maria dos Santos, de 12 anos, enterrou o corpo da adolescente, que morreu no local do acidente. No mesmo lugar, no cemitério do distrito, foram enterradas também Joana Bispo Santana, 44 anos, Lívia Lago Santana, 20 anos, e a mãe dela, Rosenil Andrade do Lago, de 66. Todas as três da mesma família.



O técnico em enfermagem José Renilton da Cruz de Jesus, de 24 anos, foi sepultado no cemitério municipal de Sátiro Dias. Ele morava com a mãe, Antonieta da Cruz, há quase um ano em Maragojipe e trabalhava na Santa Casa de Misericórdia da cidade. No cemitério do bairro de Paripe, em Salvador, foram enterradas as irmãs Rosane Fagundes de Souza, de 24 anos, e Rose da Silva Souza, de 30. O corpo de Rose foi reconhecido nesta manhã, no Instituo Médico Legal (IML) de Alagoinhas, pelo irmão, Renato Fagundes de Souza.



*Leia matéria completa nesta quarta-feira no Jornal A Tarde.

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