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JORNAL A TARDE
Por JORNAL A TARDE

Função erétil



Exercícios pélvicos podem ser tão eficientes quanto o Viagra no combate à impotência, segundo um estudo feito pela University of the West of England, em Bristol, na Inglaterra. “Exercícios pélvicos melhoram a função erétil de uma forma física, mais natural”, afirma a fisioterapeuta Grace Dorey, responsável pelo estudo e especialista em incontinência.



Aparelho pélvico



O aparelho pélvico é uma rede de músculos sustentados pelo intestino e pela bexiga, e os exercícios recomendados consistem em contrair os músculos que uma pessoa usa quando faz força para não urinar. A prática regular desses exercícios manteria a tônus muscular da região pélvica, prevenindo problemas ligados à falta de controle desses músculos, como a impotência, a ejaculação precoce e a incontinência urinária.



Resultados



A equipe de cientistas da Universidade de Bristol estudou os casos de 55 homens com uma média de 59 anos de idade e que haviam tido problemas de ereção por pelo menos seis meses. Os homens, todos pacientes de um só hospital, faziam cinco séries semanais de exercícios pélvicos e eram orientados a repeti-los diariamente em casa. “Os exercícios parecem fortalecer os músculos que existem ao redor do pênis e melhorar a irrigação de sangue na pélvis, o que é um fator importante na disfunção erétil”, afirmou um porta-voz da organização.



Antes dos sintomas



Cientistas do Laboratório de Tecnologia e Ciência de Defesa da Grã-Bretanha afirmam ter desenvolvido um método para fazer o diagnóstico de doenças antes mesmo dos primeiros sintomas aparecerem. A intenção é detectar infecções pré-sintomáticas. Os médicos britânicos conseguiram identificar alguns padrões de resposta do sistema imunológico que acontecem nos primeiros estágios das infecções.



Menos vítimas



O objetivo dos especialistas, que trabalham para o Ministério da Defesa britânico, é diminuir o número de vítimas entre soldados que venham a ser atacados com armas biológicas. No entanto, a descoberta dos cientistas pode beneficiar também civis, segundo o chefe da equipe de médicos, Roman Lukaszewski. “A identificação antecipada dos infectados por agentes contagiosos de armas biológicas também pode reduzir o número de áreas e pessoas contaminadas por pessoas em estado pré-sintomático”, afirmou Lukaszewski.



Aplicações



“As possibilidades para o mundo civil são enormes, e esperamos que a nossa pesquisa seja usada para detectar doenças antes mesmo de elas poderem se disseminar”. Os pesquisadores reuniram dados de diversos pacientes da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) o Hospital Rainha Alexandra, em Portsmouth. A UTI foi identificada como o local em que os pacientes têm mais probabilidade de desenvolver septicemia – uma doença grave caracterizada por uma infecção generalizada no sangue provocada por uma bactéria.



Tamanho do bumbum



Por que o bumbum parece grande? Esta é a pergunta que cientistas da Universidade Heriot-Watt, na Escócia, fazem ao desenvolver o primeiro estudo mundial sobre a forma com que as roupas afetam o volume das nádegas. Desenvolvendo o estudo para a Escola de Têxteis e Design, os pesquisadores usam quatro modelos do sexo feminino com bumbuns de tamanhos variados.



Percepção da forma



As modelos, com nádegas de variados tamanhos, vão usar diferentes tipos de roupas como parte da pesquisa. O estudo vai examinar como os desenhos, as cores, as formas e os tipos de tecido afetam a percepção. Os pesquisadores acreditam que o estudo possa trazer importantes implicações para o comércio de roupas.



Jennifer Lopez



Os traseiros das voluntárias serão fotografados com centenas de diferentes tipos de roupas. Uma das modelos no estudo tem bumbum no estilo de Jennifez Lopez. Os participantes terão, então, que olhar para as fotos para analisar o quão grande ou pequeno o bumbum das modelos parece em cada uma das fotos. Lisa Macintyre, que chefia a pesquisa, diz que as quatro modelos foram escolhidas para prover uma amostra o mais representativa possível dos traseiros femininos.

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