SALVADOR
Domínio dos Apolos

Por JORNAL A TARDE
Cuiubinha do Sertão
Deu xabu a tão dita, embora só imaginada, palhinha de Bono Vox no Expresso 2222, mas ainda assim o rapaz é notícia. Se antes sua possível aparição assanhou a mídia, a ausência foi tão comentada quanto.
Mas, além do líder do U2, outros rapazes do Carnaval, tal qual Apolos guerreiros e brilhantes como o sol, estão prontos para manter a invencibilidade masculina, até agora absoluta, no panteão das celebridades . Eles estão em todas.
Bono não subiu no trio, mas Saulo, o Adão da Banda Eva, roubou a cena. Balançou sua legião de fãs desde a mais fiel páti, griffie mais marcante do bloco, até as miseravonas (exuberantes moças que fazem o estilo sou piriguite mesmo e daí?).
Juventude em evidência de um lado, malemolência exuberante do outro: o circuito Osmar (Campo Grande) foi reinado absoluto do mestre Jorge Aragão. Firme nos vocais, o bamba do samba agradou os fãs do gênero que, nos dois primeiros dias de Carnaval, dominam o circuito. O rei Jorge achou o caminho preparado pelo princípe Dudu Nobre que arrebatou o Alerta Geral na quinta-feira.
Se no rock, pop e samba, os musos estão a mil, no axé, em seu estado mais puro, eles também não deixam a bola cair. Jauperi e Pierre Onássi, antes Afrodisíaco, agora Vixe Maria que o digam.
E nesse Olimpo de deuses da música, claro, não poderia faltar aquele que, como Hermes, descobriu a lira da axé music: Luís Caldas. Do alto do 2222, Luís mostrou seu lado instrumentista, ao lado de Gil para acompanhar os vocais de Preta, a rebenta do ministro.
Belos, para todos os gostos, os Apolos seguem até agora invictos na guerra dos holofotes. E, como esse deus é dono dos óraculos e enigmas, deve ter ensinado seus protegidos a guardar a sete chaves o segredo da força sedutora de multidões.
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