SALVADOR
Inquérito do caso Neylton deve ser concluido nesta quarta

Homicídio motivado por queima de arquivo ou por vingança, crime passional, suicídio ou acidente? Com esse leque de mistérios, A TARDE noticiou no dia 8 de janeiro a morte de Neylton Souto da Silveira, 48 anos, subcoordenador de contabilidade da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) do Salvador, ocorrida dois dias antes, dentro do prédio do órgão, no bairro do Comércio, capital baiana. Suicídio ou acidente já foram descartados. Hoje, 60 dias após o crime entre deslizes e acertos da polícia, imbróglios políticos, boatos e especulações em geral , as outras hipóteses permanecem latentes.
A expectativa é que o assassinato seja esclarecido com a apresentação de relatório do inquérito, que a Polícia Civil realiza nesta quarta-feira, às 9h30, no auditório do Departamento de Polícia Técnica (DPT), nos Barris. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) tem uma verdadeira força-tarefa para dar satisfações à sociedade sobre o caso. A coletiva deverá contar com pelo menos quatro delegados entre eles dois diretores de departamentos e que desde a ocasião do crime estão envolvidos com as investigações, Arthur Gallas (Crimes Contra o Patrimônio - DCCP), e Hélio Jorge da Paixão (de Tóxicos e Entorpecentes - DTE), além da titular da 1ª CP (Delegacia dos Barris), Dilma Nunes, de um perito representando o do DPT, e do delegado-chefe João Laranjeiras, que prometeu entregar o caso elucidado, à Justiça.
Nas últimas 48 horas, o depoimento do secretário da Saúde, Luís Eugênio Portela, foi a movimentação mais significante no inquérito a escapar do sigilo da polícia. Portela contou que foi convidado por telefone, no começo da tarde de segunda-feira, e que a delegada Dilma solicitou espaço na agenda dele para um depoimento na sede da SMS.
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