Tomar decisões, ter orientação em várias áreas, procurar emprego, buscar opções de diversão, incentivar a leitura, ter informações de qualidade. São diversas as situações em que A TARDE se incorpora ao dia-a-dia e pode ser útil na vida das pessoas. Artistas, intelectuais, empresários, políticos, profissionais liberais, esportistas, religiosos e anônimos contam histórias de como criaram laços com A TARDE e de como o jornal fez e ainda faz parte de suas vidas.
Foto: Iracena Chequer | Ag. A Tarde"A minha primeira foto, o primeiro comentário sobre a minha carreira, eu li no jornal A TARDE. Béu Machado, jornalista querido, me viu cantando e fez uma nota muito carinhosa sobre minha voz. Peguei aquele recorte, fiz um quadrinho e coloquei na cabeceira da minhacama. Lá em cima estava escrito em letras garrafais "A TARDE". Isso pra mim é uma lembrança muito positiva. Acordava e via aquelas palavras de Béu, num jornal de extrema importância pra nós, baianos. Painho e mainha liam muito. Desde então passamos a ler diariamente o jornal. Sério, imparcial, e muito bem elaborado, sempre nos manteve informados e entretidos. Quando falo a gente, falo da minha família. O jornal A TARDE é o jornal da família baiana".
Ivete Sangalo, cantora
Foto: João Alvarez | Ag. A Tarde"Faz parte desde minha vida toda. Desde menina, meu pai comprava o A TARDE e mostrava pra gente. Caetano, que aprendeu a ler com três anos, a gente perguntava o que era e ele dizia: A TARDE. Quando me firmei na vida, fiz assinatura. O que tenho pena é que toda sociedade não pode ler. Tenho vício em jornal, leio o jornal todo e com uma tesoura na mão. Tudo o que eu gosto eu recorto e guardo"
Mabel Veloso, escritora
Foto: Fernando Vivas | Agência A TARDE"O jornal A TARDE faz parte de minha vida desde minha adolescência, quando eu era estudante do curso ginasial, em Alagoinhas. Em uma edição do jornal foi publicada uma notícia sobre um garoto que teve as duas pernas cortadas por um trem e havia uma discussão na cidade se valia ou não viver assim. Escrevi uma carta ao jornal, para dizer que valia sim. Foi publicada na coluna de Adroaldo Ribeiro Costa com o título 'O menino de Alagoinhas'. Quando cheguei no ginásio, o professor de português estava com o jornal debaixo do braço e leu minha carta, que virou crônica, para todos e virei herói na cidade. Para mim, que mais tarde enveredaria por este caminho (primeiro como repórter, depois como escritor) aquele texto publicado era uma espécie de aval. Algo como 'pode vir que você leva jeito'"<
Antônio Torres, escritor
Foto: Valter Carvalho | Ag. A Tarde"Para minha geração, que viveu os anos dourados e sobreviveu aos anos de chumbo, o jornal A Tarde sempre esteve na pauta do dia. Os baianos diziam que o que era publicado em A Tarde virava verdade mesmo que não o fosse. Localizado no centro da cidade, defronte à estátua do poeta Castro Alves, A Tarde era uma referência na capital baiana, sendo reconhecido como um jornal de muita credibilidade. Nomes de destaque do cenário cultural brasileiro e internacional marcaram presença em suas páginas, contribuindo para ampliar o horizonte do nosso olhar sobre diversas áreas do conhecimento. É um jornal que teve, sem sombra de dúvida, uma importância singular na formação de todos nós".
José Sérgio Gabrielli de Azevedo, presidente da Petrobras
Foto: Arestides Baptista | Agência A TARDE"Eu lembro do dia em que saiu o primeiro caderno do A TARDE Esporte Clube. Foi num domingo, tinha competição na Vila Olímpica e a gente saiu cedo de casa, lá em Lauro de Freitas. Logo na esquina do Bompreço vimos o jornaleiro vendendo o ATEC e logo na capa, eu. Aí, compramos e fomos lendo até a Vila Olímpica da Fonte Nova. Mas a surpresa que marcou mesmo foi quando chegamos lá, porque as pessoas me cercaram e foram todas em cima de mim para que eu autografasse o jornal em que eu era capa. Fiquei assustada, porque não estava acostumada. Tive de autografar jornais, camisas das pessoas etc. Até um jornaleiro apareceu pedindo pra eu autografar todos os exemplares que ele tinha. Porque, aí, ele ia vender mais caro. Isso me marcou muito porque, em questão de minutos, todos estavam sabendo da reportagem. Eu estava ficando importante, sabia? Na competição inteira, todo mundo queria meu autógrafo. Foi muito legal! Nunca esqueço disso".
Ana Marcela, nadadora
Foto: Luciano da Mata | Agência A Tarde"O café da manhã sem o jornal não é tão substancial. Gosto de começar o dia lendo o jornal. Sou leitor. Gosto de ir à banca comprar e só leio na internet quando não consigo comprar a versão impressa. É um prazer, faz parte de meu cotidiano. É uma forma de sintonizar o dia-a-dia".
José Carlos Capinam, poeta e compositor
Foto: Fernando Amorim | Agência A TARDE"Quando o Ilê Aiyê desfilou pela primeira vez no Carnaval, em 1975, o Jornal A TARDE esteve presente na cobertura e chegou a acusar o bloco de racismo. Poucos meses depois ele passou a reconhecer que não pregávamos o apartheid, mas sim a valorização da cultura negra. Isso só fez nos fortalecer. O jornal A TARDE esteve presente em vários momentos importantes do Ilê, participando de coberturas que marcaram a nossa história, como a inauguração do Centro Cultural Senzala do Barro preto, em 2003 e a comemoração pelos 30 anos de fundação da entidade, em 2004. O A TARDE é um jornal que dá espaço às entidades negras e mostra o que elas fazem de bom, como nosso projetos sociais. Um dos momentos mais importantes foi a publicação de um caderno especial em comemoração ao Dia da Consciência Negra, em 27 de novembro de 2007. Numa cidade onde ainda há muito racismo, o jornal supera as expectativas e prova que as coisas estão mudando".
Antônio Carlos dos Santos (Vovô), presidente do Ilê
Foto: Lúcio Távora | Ag. A Tarde"A TARDE é tão familiar como beber água. O jornal faz parte do cotidiano da minha vida. Estou tão habituado a ler A TARDE que ao pegar em outro jornal me sinto desajeitado, pois em A TARDE já sei onde está tudo o que me interessa: os artigos, os cadernos de política local e internacional e o caderno de esportes que me interessa, principalmente, quando o meu Vitória ganha"
Ubiratan Castro, doutor em História e diretor-geral da Fundação Pedro Calmon
Foto: Luciano da Mata | Agência A Tarde"Ganhei o título de campeão mundial júnior dos meio-médios-ligeiros em 1988 graças ao patrocínio do jornal A TARDE. Foi no Ginásio Antônio Balbino, lotado por oito mil pessoas. O dia da luta foi muito emocionante, cheguei muito cedo no Balbininho. Na hora do combate, as pessoas gritavam meu nome. Fiquei muito emocionado. Depois de 12 rounds, venci por pontos e me tornei campeão mundial júnior. O apoio de A TARDE foi decisivo".
Luiz Carlos Dórea, técnico e campeão mundial de boxe
Foto: Fernando Vivas | Agência A TARDE"Eu leio A TARDE desde 1929. Lembro que quando o jornal fez 25 anos, meu professor de Literatura, monsenhor Ápio Silva, fez uma prova cujo tema era este aniversário. É um jornal que sempre esteve a serviço da Bahia e que continua o mesmo nos fazendo acompanhar a vida"
Monsenhor Gaspar Sadoc, 92 anos, dos quais 65 dedicados ao sacerdócio
Foto: Marco Aurélio Martins | Agência A TARDE"De manhã, quando acordo meu primeiro impulso é ler A TARDE. Vou direto ao Caderno 2 e volto para primeira página e daí para diante; um velho hábito de assinante que sou, há quase dez anos. E o melhor: gosto de ver que o jornal se abriu a várias tendências e opiniões, estampadas a cada dia na terceira página. É um diálogo rico e democrático com a sociedade, que acolhe diversos pontos de vista. Isto enriquece e engrandece nossa imprensa. Quero que A TARDE continue chegando em minha casa e permanecendo. E expanda seu espaço aos artistas de nossa terra, divulgando e comentando os trabalhos de teatro, cinema, artes plásticas, dança e todas as artes. 'Saiu n'A TARDE, é verdade'; mas a arte, que não depende exclusivamente da verdade, precisa sempre sair n'A TARDE.
Luiz Marfuz, Diretor Teatral
"O jornal A TARDE sempre foi referência em credibilidade e qualidade das informações que veicula. Uma das primeiras coisas que faço pela manhã é pegar o jornal e ler a página de economia para me atualizar sobre o mercado brasileiro e internacional".
Antônio Andrade Júnior, diretor da Construtora Andrade Mendonça
Foto: Haroldo Abrantes | Agência A Tarde"Sou muito suspeito porque, definitivamente, A TARDE faz parte da minha vida profissional. Eu saí da Facom e entrei direto no jornal, foi nessa Redação que tive todas as oportunidades, passei por várias editorias e pude fazer amigos que permanecem até hoje. Então, esse jornal faz parte do meu dia-a-dia, sem dúvida. Eu não consigo começar o dia sem lê-lo, o que é sempre um prazer. Além de tudo, é um jornal que dá muito espaço para os artistas baianos, que tem prazer em divulgar os valores locais, e isso é um fenômeno raro na imprensa nacional, que trabalha muito a partir do que é vendido pela televisão, como se o talento só pudesse ser considerado legítimo se aparecer na tevê. Eu penso que A TARDE faz história e faz parte da história dos baianos".
Gideon Rosa, jornalista e ator
Foto: Eduardo Martins | Agência A TARDE"Eu sou um assinante do jornal e, para mim, ele é como se fosse a radiografia da Bahia. Todas as manhãs eu leio o jornal e recebo as informações sobre o que acontece no País e no mundo. O A TARDE é um grande parceiro na minha carreira, pois sempre me apoiou, desde o início. Pode-se dizer que o A TARDE é um parceiro integral, que sempre reservou espaço para a cena artística baiana. Não se deve deixar de destacar, também, duas pessoas vitais para o cenário artístico local, que são Clodoaldo Lobo e Eduarda Uzêda. São grandes companheiros, críticos, que acompanham de perto a trajetória do teatro na Bahia".
Fernando Guerreiro, diretor teatral
Foto: Divulgação"Sou assinante do jornal A TARDE há 30 anos, desde que ingressei na magistratura e trabalhava em uma cidade que não tinha rádio, TV, telefone e energia, mas por intermédio de terceiros eu recebia o jornal A TARDE e desde então tem sido parte integrante de minha vida, porque, sem ele, eu ficaria muito desinformado. Para mim, A TARDE é leitura diária obrigatória e sem ele é como se faltasse algo no meu dia. Com ele fico a par de tudo que acontece no Brasil e no mundo, além de ver notícias da nossa região. Acho que o impresso tem um diferencial de outros veículos, pois tem um noticiário mais completo e profundo. É indispensável".
José Luiz Pessoa Cardoso, Juiz de Direito
"Quando cheguei em Barreiras, em 1985, notei que a cidade parecia um feudo dominado pelos grupos políticos regionais e tudo que acontecia aqui não passava das encostas das serras da Bandeira e do Mimo (que contornam a cidade), pois a grande mídia não tomava conhecimento. Em 1990 foi inaugurada a sucursal de A TARDE e isso proporcionou uma abertura com toda a mídia nacional. A partir daí todos os fatos de relevância, de notícias boas ou ruins, tiveram um canal de comunicação conectado com o mundo, o que foi um aspecto muito importante para a evolução política, social e econômica da região oeste da Bahia. Outro aspecto a ressaltar é o fato de A TARDE manter as sucursais nas cidades do interior, garantindo a divulgação dos acontecimentos fora da capital num jornal de alcance estadual".
Vinicius Azzolim Lena, Escritor
"Eu acho que os jornais são uma das maiores fontes de conhecimento e o Jornal A TARDE foi, na Bahia, o maior responsável pela continuidade do hábito que trouxe da minha terra natal. Foi através do A TARDE que consegui conteúdo para manter as conversas entre amigos e clientes sobre o que acontecia não só na Bahia como no país e no mundo. Antes eu lia o Jornal A TARDE que era assinado pelo marido da minha tia, mas depois passei a assinante e hoje até meus funcionários adquiriram o hábito e também já são leitores do A TARDE quando estão nos horários de folga".
José de Anchieta Formiga Leite, 50 anos, paraibano de Pombal, é dono de uma churrascaria em Eunápolis.
Foto: Margarida Neide | Agência A TARDE"Eu li ou folheei todas as edições de A TARDE desde a primeira, em 1912, quando ela surgiu, tímida, como uma ousadia de Simões, concorrente de outros 12 ou 15 periódicos, alguns imbatíveis como O Imparcial. Escrevi 'Teatro na Bahia' através da imprensa (Funceb, 1994) lendo A TARDE e outros três jornais. E agora, de novo, li todas as edições de A TARDE da última década do século XX para escrever 'A criação na Cidade da Baía entre 1990 e 2000'. Pra mim, o jornal é a mais sedutora fonte de pesquisa que existe, e A TARDE faz parte das minhas histórias desde 1912".
Aninha Franco, escritora
Foto: Luciano da Mata | Ag. A Tarde"Milhares de leitores baianos, homens e mulheres, estão acostumados com a companhia de A TARDE desde a infância. Foi lendo este jornal que eu aprendi a ter consciência do cenário político baiano e nacional. Mais tarde, interessado em política, encontrei novamente A TARDE, desta vez como o jornal das grandes campanhas, das grandes causas, e que por isto se transformou logo num patrimônio político e cultural do meu Estado. Cada geração ao longo do século XX viveu sua grande campanha comandada por A TARDE. A minha seguiu A TARDE na campanha 'A Bahia não se divide', que impediu a criação do Estado de Santa Cruz e manteve nossa cultura intacta"
César Borges, senador
Foto: Xando Pereira | Agência A Tarde"O Jornal A TARDE foi o instrumento que me conquistou para a leitura cotidiana. Cativou-me desde a adolescência. Até hoje, e graças às novas tecnologias, como a internet, é o meu parceiro matutino, onde quer que eu me encontre. É muito raro começar o dia sem ler o jornal A TARDE. Embora a informação ocorra em tempo real e esteja globalizada, o jornal A TARDE é o melhor caminho para estar sintonizado com os fatos e acontecimentos da Bahia. Há poucos anos, como presidente do Conselho da ADVB – Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas, tive o privilégio de entregar a Renato Simões Filho o prêmio Top dos Tops de Marketing, pela inovação do jornal no campo da internet. Foi muito emocionante entregar um prêmio a uma empresa quase centenária, que se descortinava para os novos tempos, para as novas mídias, mantendo a excelência dos primórdios, das prensas e dos primeiros jornais impressos".
Paulo Manso Cabral, 43 anos, diretor operacional do Sebrae - Serviço Brasileiro de Apoio a Micros e Pequenas Empresas na Bahia
Foto: Fernando Vivas | Agência A TARDE"Tenho uma história com o jornal A TARDE que remonta a meu pai, Thales de Azevedo. Ele era colaborador do jornal e assim nossa família adquiriu o hábito de lê-lo todos os dias. O jornal se tornou um vício, quando não tenho o A TARDE de manhã sinto que falta alguma coisa para estar informado. Comecei a usar também como uma ferramenta de trabalho, recortando notícias que são de interesse para minha atuação profissional como engenheiro, organizando por assuntos e guardando para quando for necessário consultá-las".
Thales de Azevedo Filho, engenheiro-projetista
Foto: Haroldo Abrantes | Ag. A Tarde"Sempre gozei de bom trânsito no jornal A TARDE. Fui capa de vários cadernos de cultura. Nestes 33 anos de carreira, o A TARDE foi instrumento de minha aproximação com o público, mostrando meus argumentos, pensamentos e arte. Como leitor, já faz parte da minha rotina chegar da academia com o jornal no braço, ainda no elevador ler algumas notícias. Como recordação, lembro da matéria que tinha o título 'Bel Borba, o único brasileiro a pintar o muro de Berlim', em outubro de 1986. Foi algo que fiz despretensiosamente e teve grande repercussão. Fiquei contente. Recentemente, fiquei feliz com matéria sobre exposição que fiz sobre saveiros, já que esta é uma causa que defendo. Todo transporte era feito pelos saveiros, mas este meio entrou em declínio. Tenho que falar da revista, que está um espetáculo, com roupagem gráfica de primeiro mundo. Tudo indica que será um produto independente, se continuar neste caminho".
Bel Borba, artista plástico
Foto: Margarida Neide | Agência A TARDE"O Jornal A TARDE é totalmente imparcial e respeita a diversidade religiosa e cultural da Bahia. Poucos jornais do Brasil abrem espaço para tratar do tema espiritismo com tanto respeito. Houve vários momentos em que o jornal marcou a minha vida e da minha instituição, a Cidade da Luz. Para mim, eles se tornaram ainda mais importantes pelo fato de o A TARDE ser o jornal de maior veiculação da Bahia. Um dos momentos que mais marcaram foi uma matéria de página inteira publicada no dia 31 de março de 2002, quando pude expressar o meu ponto de vista sobre o processo de evolução humana, sem qualquer tipo de censura. A partir dessa matéria, foram abertas muitas reflexões sobre o espiritismo. O jornal continua marcando minha vida até hoje".
José Medrado, espírita e fundador da casa Cidade da Luz
Foto: Iracema Chequer | Agência A TARDE"Comecei minha carreira aqui e Salvador como fotógrafo e me projetei mais tanto aqui como lá fora com as notícias em A TARDE. O A TARDE foi o primeiro veículo que fez matéria sobre mim, em 1992. Essa até hoje faz parte do meu clipping. Como viajo muito, estou mais aqui nos finais de semana, quando leio o jornal. Gosto da revista Muito, acho uma proposta multiplicadora de informações".
Christian Cravo, fotógrafo
Foto: Iracema Chequer | Agência A TARDE"A TARDE, como todo jornal importante e atualizado, oferece informação, educação, diversão e propaganda. Sendo o mais antigo de Salvador, e de maior circulação, tem uma especial característica como agente na vida social, política e cultural no estado da Bahia. Em particular, como artista plástico, recordo-me do apoio que tivemos no início do Movimento da Arte Moderna em Salvador nas páginas de A TARDE, apoio dado pelo então editor chefe Heron Alencar. O jornal oferece ao seu leitor ótima impressão, a colaboração de bons editores e jornalistas, assim como de repórteres e colunistas sociais, além de cadernos culturais em nível dos mais importantes jornais do Brasil".
Mário Cravo Jr., artista plástico
Foto: Liz Tito | Agência A TARDE"Acho importante o reconhecimento que o jornal A TARDE tem com o oeste, mantendo uma sucursal em Barreiras com cobertura regional. Além de encontrar informações do Estado, do Brasil e do mundo, temos notícias constantes da nossa região e, neste aspecto, como produtor valorizo em especial o caderno Rural, que vem acompanhando o desenvolvimento do agronegócio com imparcialidade. Com o segmento agropecuário em crescimento, recebemos uma atenção especial com repercussão nacional e internacional, pois A TARDE é o único jornal de alcance estadual que possui uma equipe na região"
Walter Horita, presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa)
Foto: Margarida Neide | Agência A TARDE"No ano passado, durante os três meses em que estive na Europa competindo e treinando, o A TARDE se preocupou em cobrir grande parte de meu itinerário no Velho Continente. Além de ter sido importante profissionalmente para mim, o mais legal é que meus amigos e familiares me acompanhavam e tinham notícias minhas através do jornal. Isso, pra mim, foi motivo de muito orgulho. Saber que meu trabalho está sendo reconhecido ao ponto de o maior jornal da Bahia servir de meio de comunicação entre eu e as pessoas mais próximas de mim. Considero este o fato marcante na minha vida profissional de atleta junto ao A TARDE"
Mateus Tavares, velejador
Foto: Arestides Baptista | Agência A TARDE"A TARDE é o nosso principal veículo de informação e pesquisa sobre a cidade de Salvador. Temos dois filhos e eles sempre utilizam o jornal em trabalhos escolares, recortes e pesquisa"
Andrea Gurgel e Ramon Costa, empresários.
Foto: Divulgação"O jornal A TARDE é leitura obrigatória para me informar sobre o que está acontecendo na Bahia, pois tem uma linha editorial bastante independente que confere credibilidade a nós, leitores. Sou austríaco e estou há 34 anos no estado, tempo que venho acompanhando o trabalho do jornal, que se aproximou mais do oeste com a sucursal de Barreiras. Através dela nossa região vem ganhando visibilidade, não apenas sobre os mega projetos do agronegócio do cerrado, mas também sobre os problemas daí resultantes, como as questões ambientais e trabalhistas. Além das notícias diárias, tenho interesse especial nos artigos de opinião, através de comentários de especialistas".
Dom Ricardo Weberberger, Bispo de Barreiras
Foto: Divulgação"Eu nunca entendi porque o jornal se chama A TARDE se ele sempre fez parte das minhas manhãs... Tem coisa melhor que tomar um café da manhã se inteirando das notícias ao mesmo tempo? Depois ir ao banheiro levando ele, conduzi-lo até a praia, dividi-lo com os amigos, enfim... A TARDE tem gosto de café, de praia, de amigos e de um dia a dia baianíssimo, que saudade!"
Zéu Britto, ator
Foto: Edmar Melo | Agência A TARDE"A TARDE foi o jornal escolhido por minha família para ter acesso à informação. A partir daí surgiu o meu interesse por algumas matérias, principalmente na área de religiosidade de matriz africana, que evoluiu para objeto de pesquisa na minha carreira como historiador. Portanto é instrumento de trabalho e de informação".
Jaime Sodré, doutorando em História social, religioso do candomblé, compositor, poeta e escritor
Foto: Haroldo Abrantes | Agência A Tarde"Gosto do caderno especial que A TARDE publica no aniversário da cidade. É uma forma de reforçar a memória das pessoas no sentido do lugar onde vivem, da relação do passado com o futuro. É importante para toda a população já que nem todos têm a oportunidade de estar estudando a arquitetura e o urbanismo da cidade. Em sala de aula, faço sempre referência a este caderno"
Armando Branco, arquiteto e urbanista
Foto: Elói Corrêa | Agência A TARDE"Leio A TARDE desde menino mofino. Pois a tia-avó "calçoluda" que me criou era secretária do Depto. Jurídico da antiga companhia de bondes Circular – e toda noite trazia o jornal do escritório. Achava que era bom para "desasnar" aquele molecote amarelo, doentinho e meio abestalhadinho que ela criava com tanto carinho. A TARDE era a minha janela para o Mundo e para as histórias da "Cidade", era quase que a única leitura que tínhamos, junto com meu catecismo, o caderno de cantigas de Santo Antônio e as bulas das amostras-grátis dadas à minha tia. Foi a prosa da TARDE que primeiro estimulou meu jovem cérebro vagabundo para a arte da leitura. Dia após dia, foi se fechando um ciclo ao mesmo tempo intelectual e afetivo. A TARDE vem me acompanhado ao longo de toda a embrulhada vida que li, vi e vivi".
Foto: Fernando Vivas | Agência A TARDE"Comecei a ler A TARDE ainda criança, no início da década de 40, em Santo Antonio de Jesus, quando aguardava a chegada do jornal no trem da antiga estrada de ferro de Nazaré. Vindo para a capital em 1950, continuei leitor do jornal. Há mais de 20 anos sou leitor através de assinatura, que recebo diariamente. Confesso que a minha primeira obrigação matinal, fora do âmbito pessoal e familiar, é a leitura do jornal A TARDE. Jamais desprezei este ato. Comecei a conhecê-lo na Praça Castro Alves, vendo-o sair só às tardes. Hoje, às 7h da manhã, todos os dias, estou lendo. Entendo que A TARDE é realmente o jornal com maior circulação e importância do Norte e Nordeste pela seriedade com que enfrenta seu noticiário e suas reportagens".
Carlos Fernando Amaral, Presidente da Federação do Comércio da Bahia
Foto: Aresrides Baptista | Ag. A Tarde"Soube do concurso que me deu meu atual emprego através de anúncio no Jornal A TARDE. Já consegui estágio assim também, vi no jornal e fui participar da seleção"
Antonio Jorge Bonfim, servidor público
Foto: Odebrecht | Divulgação"O jornal A TARDE sempre esteve presente em meu cotidiano. Nasci em Salvador, aqui me formei, desenvolvi minha vocação de empresário e constituí família. Aqui vivo e, naturalmente, acompanhei uma parte da trajetória do jornal, fundado 33 anos antes da Odebrecht, em sua missão de informar e oferecer cultura e entretenimento para gerações e gerações de leitores. A importância que nós conferimos a este veículo de comunicação pode ser simbolizada pelo patrocínio da Odebrecht à publicação da biografia de Simões Filho, seu fundador, escrita pelo jornalista Walfrido Moraes. Pude acompanhar o trabalho dos sucessores de Simões Filho – Regina Simões de Mello Leitão, Renato Simões e Sílvio Simões, que preservaram e transferiram o legado do fundador, apoiados por profissionais como Jorge Calmon, em passado recente, e Edvaldo Boaventura. Todos eles figuras importantes nas diversas gerações, cada um em seu tempo enriquecendo a história do jornal. Ao longo desta história, o jornal A TARDE tem sido um destacado agente de nossa conexão com o mundo, trazendo para os baianos o noticiário, as tendências e a análise dos fatos que impactam a vida de cada um e a sociedade como um todo".
Emílio Odebrecht, Presidente do Conselho de Administração da Odebrecht S.A.
Foto: Welton Araújo | Agência A TARDE"O jornal faz parte da minha vida fazendo parte da vida da cidade. Para mim ele é importante pelo tanto que influencia a coletividade".
Dom Geraldo Majella, cardeal-arcebispo de Salvador
Foto: Eduardo Martins | Agência A TARDE"Sou muito bem tratada aqui, na Bahia, por todos os fãs. Sempre me pedem pra tirar fotos, dar autógrafos e dizem que viram minhas fotos no jornal A TARDE. Isso é gratificante. Por intermédio do jornal, todos conhecem um pouco da minha história de vida e isso pode servir de exemplo e força de vontade pra quem precisa se espelhar em algo. Até crianças que acabam de aprender a ler dizem que leram no jornal alguma coisa interessante sobre mim. Espero voltar de Pequim com uma medalha para retribuir todo esse carinho".
Marily Santos, maratonista e atleta olímpica
"O jornal A TARDE de há muito faz parte da vida dos baianos, do mais simples leitor àqueles que exercem lideranças empresariais, políticas, artísticas, esportivas e culturais. Não seria diferente para a minha vida, como cidadão baiano e por ter tido eu a oportunidade de exercer funções públicas que, em momentos diversos, tiveram suas ações reconhecidas, aplaudidas, analisadas e criticadas, mas também difundidas a nível regional e até nacional".
Paulo Gaudenzi, ex-secretário de Cultura eTurismo da Bahia
"Desde quando mudei para a Bahia, há 35 anos, tornei-me um leitor diário do jornal A Tarde. Não saio de casa sem sua leitura. Quando fui presidente da Associação Brasileira de Hotéis, A Tarde exerceu uma grande influência nas conquistas da Associação, ao divulgar nossas aspirações em prol do segmento e do turismo baiano.Tenho absoluta convicção de que a área govenamental da época e novos associados, sempre nos deram atenção especial, pela repercusão de nossas ações divulgadas em A Tarde, um grande parceiro e colaborador do turismo baiano."
Cícero Sena, presidente do Salvador Convention & Visitors Bureau
" O Jornal A Tarde é o meu preferido, pela áurea de credibilidade que ele espraia, não passo um dia sem esta leitura, que me atualiza de forma geral, mas também especificamente na área que labuto, que é a agropecuária."
Altair Santana de Oliveira, Diretor Geral da Agência Estadual de Defesa Agropecuária
Foto: Lúcio Távora | Agência A Tarde"O jornal A TARDE representa uma tradição em meus hábitos de leitura. Lendo-o, sinto-me integrada aos fatos. Quanto à novidade do caderno Ciência e Vida está sendo muito bem recebida por ter se tornado quase uma imposição do presente século. Confio, todavia, que seu conteúdo não se esgote nos enaltecidos relatos técnicos dos avanços da ciência desacompanhadas das apropriadas reflexões éticas sobre os mesmos. Creio que o jornal cumpre sua função informando na total percepção dos fatos. As questões éticas decorrentes dos avanços da medicina não devem ser ignoradas pelos leitores pois elas estão diretamente ligadas às suas vidas".
Eliane Azevêdo, médica e ex-reitora da Ufba
Foto: Divulgação"Posso dizer que o jornal A TARDE se insere no meu dia-a-dia como uma atividade rotineira. Não imagino iniciar a minha jornada sem lê-lo. Mais ainda, neste jornal encontro espaço para os meus desabafos, alguns deles generosamente publicados na coluna Opinião. Particularmente no caderno Ciência & Vida, deposito especial interesse na qualidade das reportagens e, sobretudo, na forma simples de passar a mensagem ao povo".
Raymundo Paraná, médico e pesquisador
Foto: Elói Corrêa | Agência A TARDE"Tenho com A TARDE uma relação afetiva. Foi a minha primeira experiência profissional. Uma ligação com a idéia de começar uma trajetória profissional no jornal. Ter sido foca em uma época de um mundo masculino e começar a mudar essas barreiras. Fui plantonista e teve uma chuva forte em Salvador que caiu metade da Ladeira da Montanha. Foi meu primeiro enfrentamento como jornalista do mundo real. Tenho com A TARDE um respeito da minha memória afetiva"
Solange Farkas, diretora do MAM-BA
"Olha A TARDE, A TARDE ..."! Com esses gritos empolgados do jornaleiro, circulando pelos antigos pontos de bondes e ônibus da Avenida Sete, tomei conhecimento, ainda criança, da existência deste jornal. Não tardou e, nas minhas primeiras leituras, já adquiria o jornal A TARDE com o simples e único propósito de ver a programação dos filmes da semana. Nas telas do Capri, Art, Glória, Guarany e Tupy, exibiam-se Marcelino Pão e Vinho, O Gordo e o Magro, Os dez mandamentos, Oscarito e Brigitte Bardot (ela, por sinal, impossível de ver pela minha tenra idade e rigor dos porteiros). Naquele tempo, ainda menino, eu ficava empolgado de ver, na entrada da sede da Praça Castro Alves, o burburinho elegante e o entra-e-sai de jornalistas e intelectuais. Parecia um centro de decisões, o principal endereço da cidade. Daí surgiu o desejo de fazer jornalismo, numa vocação identificada precocemente, mas que não se concretizou, em função das raízes familiares não urbanas, fincadas nas roças de cacau, e que me conduziram para a Agronomia. O jornal A Tarde, porém, já se transformara num hábito vitalício. Passados os anos, já como engenheiro agrônomo, trabalhando na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), havia um novo apelo para manter a minha fidelidade: o caderno A TARDE Rural, especializado em agricultura. Devo ao jornal A TARDE muito do meu sucesso. A modéstia não me impede de dizer que sou, provavelmente, o pesquisador mais premiado da Embrapa, empresa que possui, hoje, mais de dois mil pesquisadores em seu quadro de cientistas por todo o Brasil. Anos atrás, em carta para A TARDE, reparti com o jornal os méritos pelas minhas conquistas, especialmente o Prêmio Frederico de Menezes Veiga, considerado o "Oscar" da agricultura brasileira. Nada mais justo do que dividir as honras com A TARDE, pois ao jornal devo a visibilidade e a divulgação do meu trabalho, que me permitiram levar tecnologias para o campo, cumprir minha missão e ter um reconhecimento nacional.
Ygor da Silva Coelho, engenheiro agrônomo aposentado da Embrapa, hoje dono de uma empresa de consultoria, a Agrosolution
Foto: Rejane Carneiro | Agência A TARDE"Nasci e fui criado em Salvador e, como a maior parte dos baianos, meu primeiro contato com um jornal foi com A TARDE. Durante anos tornou-se um hábito comprar o jornal na esquina, abri-lo na página de Esportes para ver as notícias do Vitória e depois dar uma olhada no Caderno de Cultura. Foi também em A TARDE que li em maio de 93 (lá se vão 15 anos!) as primeiras linhas publicada sobre um trabalho meu. Era uma entrevista de Mário Gusmão e Grande Otelo que falavam com carinho sobre a participação deles no Vídeo 'Troca de Cabeça'. Eu considero a fotografia que ilustrava a matéria – com os dois "anjos negros" em frente a uma pintura do Pelourinho – como uma espécie de marco do início da minha trajetória no cinema. A foto, tirada por Rejane Carneiro, foi ampliada, enquadrada e hoje ocupa a parede central da minha sala.
Sérgio Machado, cineasta
Foto: Fernando Amorim | Agência A TARDE"A TARDE não fez, ainda faz parte, me acompanha a vida inteira. Como jornalista e leitor, o jornal sempre foi um parâmetro. O trabalho de cineasta e o de gestor público já me levaram às páginas de A TARDE de diversas maneiras. Mas eu destacaria uma edição extra especialíssima, que produzimos em 2006, em parceria com o jornal, com uma falsa manchete estampada na capa sobre um núcleo de personagens de Jardim das Folhas Sagradas. Esta edição, o leitor só poderá conferir nas salas de cinema, quando o filme estrear. Durante a infância, me marcaram profundamente a repercussão das notícias na conversa dos adultos e a coluna A Data na História. Dava uma sensação de que o jornal era eterno".
Pola Ribeiro, cineasta e diretor gerl do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb).
Foto: Divulgação"Lembro que meu avô chegava em casa, no fim da tarde e do trabalho diário, com os exemplares de A TARDE. Eu esperava ansioso as HQs publicadas, que eu colecionava. Especialmente em dezembro, quando tiras diárias formavam histórias completas que finalizavam no dia do Natal. Depois, como diretor teatral, especialmente no início da minha carreira, era muito importante ter meus espetáculos divulgados e comentados pelo jornal, por sua solidez e credibilidade. Sinto falta que o jornal mantenha as críticas às linguagens. Para mim era muito importante. E era João Augusto o crítico de teatro, ele era a excelência. Muitas vezes ele falou mal de meus espetáculos e foram as críticas mais importantes. Foram lições de um mestre. Esse é meu registro de como A TARDE ajudou na minha formação de artista. Com as HQs e com a reflexão sobre o meu trabalho. Agora, além do respeito pelas posições do jornal, tenho uma especial admiração e prazer com a Revista MUITO. Uma publicação para ser guardada. É um registro da Bahia neste momento importante de virada política e cultural no estado. Um registro do comportamento, da moda, dos personagens, dos cenários... É um novo registro gráfico, visual, com nova direção editorial. Espero a MUITO aos domingos como esperava as HQs, no fim da tarde, das mãos do meu avô".
Márcio Meirelles, secretário de Cultura do Estado da Bahia
Foto: Abmael Silva | Agência A TARDE"Eu era um jogador ainda muito magro, barbudo, dono de um costume desconhecido dos colegas: comprar A TARDE às segundas-feiras, dia seguinte às partidas da Catuense no Estádio Antônio Carneiro, em Alagoinhas. Comprava, recortava e guardava. Era bacana me ver naquela camisa com um super-homem desenhado. O correspondente do jornal na cidade era meu fã. Era bacana ver as matérias nas quais descrevia os jogos e elogiava minhas atuações. Assim, A TARDE entrou na minha vida. Aqueles relatos e fotos me estimularam muito. Me fizeram me esforçar cada vez mais para ver no jornal o reconhecimento. Me sentia o máximo".
Raimundo Nonato Tavares (Bobô), ex-jogador e superintendente da Sudesb
Foto: Iracema Chequer | Agência A TARDE"Tenho uma mania que me persegue desde o início de minha carreira: colecionar suas matérias presentes no A TARDE. Começou só como um hobby, lá em 92. Aí, foi indo, indo. Teve um momento que uma única pessoa era responsável por isso. Podia ser uma matéria pequenina, eu recortava e guardava como lembrança. Quando não conseguia comprar o jornal, perguntava aos amigos, ligava pra alguém e sempre arranjava. Hoje, tenho um verdadeiro book de minha vida"
Armando Daltro (Mandinho), surfista
"Tenho dez quartos que alugo e meus clientes consigo todos através de anúncio no jornal A TARDE. Já tentei colocar em outro jornais, mas não deu certo"
Leila Dultra, estudante "Uma vez fui sorteado em um consórcio e eles não quiseram me dar o prêmio porque fui procurá-los dois dias depois. Procurei o A TARDE, fiz a denúncia, aí depois que a nota foi publicada, eles me chamaram para conversar, fizeram um acordo e me deram o prêmio. A TARDE me prestou um grande serviço. Uso o jornal no meu trabalho, no dia a dia também, porque sou corretor de imóveis e acompanho todos os anúncios"
Cássio Roberto Amaral, corretor de imóveis
Foto: Arestides Baptista | Agência A TARDE"Sou jornalista e professora de artes, preciso estar bem informada sempre. Trabalho com produção de programas educacionais e uso as informações do jornal, como professora de arte utilizo muito as informações culturais pra levar aos alunos"
Márcia Barros, professora.
Foto: Arestides Baptista | Agência A TARDEGosto de ler o caderno dois e as crônicas de João Ubaldo Ribeiro, acho o ponto de vista dele interessante. Agora mesmo estou usando textos dele, que foram publicados, para um trabalho de literatura na escola. Fazemos debates em sala de aula"
Cauíque Oliveira, estudante.
Foto: Arestides Baptista | Agência A TARDE"Leio o jornal todos os dias para saber das novidades, olho muito a parte de emprego quando quero contratar alguém, pra saber como está o mercado. Sempre consulto o jornal também para compra e venda de veículos e fazer a minha programação de final de semana. Saber as peças e filmes que estão em cartaz. Gosto de ler economia e política também. Acho que utilizo o A TARDE muito bem"
Cláudia Avena, administradora de empresas
Foto: Divulgação"O jornal A TARDE tem a sua própria credibilidade ao longo da história, desde o seu começo. E do tempo que venho acompanhando o jornal, tem honrado o conceito de imprensa escrita com a imparcialidade que se espera de um veículo dessa natureza. E sou um leitor quando posso. É o jornal em que mais confio. A TARDE está no nível dos melhores jornais do País e é o jornal da Bahia".
Xangai , cantor e compositor
"Sou um leitor assíduo e acompanho as transformações por que vem passando o jornal. Espero que A TARDE continue sendo esse espaço democrático de informação e cultura".
Nelson Pretto, educador e pesquisador
"Há três semanas entro no site do A TARDE todos os dias de manhã, anoto o resumo das principais matérias e levo para meu avô, que teve um AVC e está internado no hospital. Ele adora ler jornal e como não está podendo agora, leio os resumos para ele"
Diogo Morais, estudante
"Sou de Porto Alegre e me mudei para Salvador há dois meses, usei os classificados do jornal e consegui encontrar meu apartamento"
Patrícia Santos, maquiadora
"Toda vez que vou vender meu carro, eu anuncio no jornal A TARDE e sempre tenho um retorno, as pessoas procuram"
Eduardo de Sousa, 30 anos, engenheiro
"Na época em que tinha o espaço para aniversariantes, sempre me preocupava em anunciar o meu e fazer surpresa para os amigos anunciando o aniversário deles também"