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Paralisação da Transalvador pode chegar ao fim esta noite

Henrique Mendes
Por Henrique Mendes
| Atualizada em

Os agentes de trânsito e transporte da Transalvador, em estado de greve desde a manhã desta terça-feira, 25, após suspensão dos atendimentos do plano de saúde, podem voltar as atividades ainda esta noite. De acordo com o Diretor Admistrativo-Financeiro da Promédica, Jorge Oliveira, secretários da Transalvador entraram em contato com a empresa e pediram um prazo para efetuar o pagamento, proposta aceita pela Promédica. A quitação do débito deverá ser feita até à próxima terça-feira, 1º de novembro.

Segundo Oliveira, os serviços dos planos de saúde foram suspensos após um atraso de 15 dias nos pagamentos. Ele afirma que as atividades só foram interrompidas porque os os atrasos têm sido constantes. "A empresa foi alertada sobre essa possibilidade há tempo", relatou. As faturas mensais dos planos custam R$700 mil.

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O assessor de comunicação da Associação dos Agentes de Trânsito e Transporte do Município (Astram),Luciano Sena, informou que os servidores ainda foram comunicados sobre o acordo, e continuam mobilizados no pátio da Gerência de Trânsito (Gtran), ao lado da sede da Transalvador no Iguatemi. A equipe de A TARDE ainda não conseguiu falar com representantes do órgão para confirmar o fim da paralisação.

Na manhã de hoje, a Transalvador informou que a empresa pagou em duplicidade, entre 2008 e 2010, parte das faturas mensais da Promédica. Deste modo, a Superintendência de Trânsito acumulou um crédito de aproximadamente R$ 2,8 milhões junto à empresa. Este valor foi totalmente compensado, mediante a sustação dos pagamentos das faturas mensais que venceram este ano.

Para a retomada dos pagamentos das faturas mensais da Promédica, a Transalvador pede que seja assinado entre as partes um Termo de Acordo Mútuo. Entretanto, as transações desta natureza têm que ter o aval da Procuradoria Geral do Município. Deste modo, a Transalvador informou que um documento para regularizar esta situação já foi produzido, e deverá ser assinado entre as partes envolvidas até o final desta noite, 25. De acordo com a Astram, enquanto isso não ocorre, apenas 30% do efetivo está trabalhando.

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