SALVADOR
Preso suspeito de envolvimento em morte de motorista em Itapuã
Investigações apontaram esquema em que presidiários vinham ordenando furtos e roubos a veículos

Por Da Redação

Foi preso nesta sexta-feira, 29, mais um suspeito do latrocínio do motorista de transporte por aplicativo Jorge Alberto Albuquerque Carvalho, de 49 anos, ocorrido em fevereiro, no bairro de Itapuã. Segundo informações da Polícia Civil, o homem foi identificado durante ações realizadas na capital e em Feira de Santana.
O crime aconteceu por volta das 21h, no dia 4 de fevereiro. Jorge, que trabalhava como motorista por aplicativo, havia acabado de deixar uma passageira, quando foi abordado por um casal e atingido por disparos na cabeça durante a corrida. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu.
Conforme a polícia, a prisão de mais um envolvido na morte de Jorge ocorreu após investigações apontarem que presidiários vinham ordenando furtos e roubos a veículos.
Na quinta, 28, e nesta sexta, equipes da 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico), com o apoio da Delegacia de Homicídios de Feira de Santana, realizaram levantamentos e apreensões dentro de duas unidades prisionais, em Lauro de Freitas e Feira. Na ocasião, a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão.
De acordo com a polícia, custodiados do sistema penal, utilizando aparelhos telefônicos, vinham ordenando furtos e roubos a veículos em diversos bairros de Salvador.
"A apuração indicou que os automóveis eram escondidos no bairro de São Cristovão para posterior venda e desmonte", declarou, em nota, a titular da 1ª DH/Atlântico, delegada Zaira Pimentel.
Todo o material apreendido esta semana no Conjunto Penal de Feira de Santana e na Colônia Penal Lafayete Coutinho foi encaminhado para a perícia. Os relatórios circunstanciados, por sua vez, foram remetidos à 4ª Vara Criminal da Comarca de Salvador.
O suspeito da morte de Jorge compareceu na companhia de um advogado à sede do DHPP, em Salvador. A identidade dele não foi revelada. Duas mulheres que participaram do latrocínio já haviam sido presas algum tempo depois do crime, ainda em fevereiro.
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