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Suspeitos de participar de assalto a bar no Rio Vermelho são presos

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
Segundo a polícia, Mimo e Ícaro fazem parte de uma quadrilha responsável por diversos roubos a restaurantes e farmácias
Segundo a polícia, Mimo e Ícaro fazem parte de uma quadrilha responsável por diversos roubos a restaurantes e farmácias - Foto: Divulgação | Polícia Civil

Dois homens suspeitos de participar de um assalto ao Boteco do Caranguejo, no Rio Vermelho, em Salvador, no último fim de semana, foram presos na tarde desta quinta-feira, 3.

De acordo com a Polícia Civil, Gabriel Rocha Pelúcio, o Mino, de 20 anos, e Ícaro Soares Adorno, 23, fazem parte de uma quadrilha responsável por diversos roubos a restaurantes e farmácias na região do Rio Vermelho.

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Na madrugada do último domingo, 30, Mimo e ìcaro, juntos com outros três comparsas - já identificados pela polícia-, renderam o segurança do Boteco do Caranguejo e realizaram o assalto.

Conforme a polícia, o grupo saqueou os clientes presentes, levando celulares, joias, cartões de crédito e R$ 1,7 mil em dinheiro. Bebidas e um televisor do estabelecimento também foram furtados. Na ocasião, um cliente foi ainda foi baleado na perna. O estado de saúde dele é desconhecido.

Segundo o delegado Antônio Fernando Soares, da 7ª Delegacia Territorial (DT), do Rio Vermelho, para onde os dois presos foram levados, as imagens do circuito de segurança do restaurante ajudaram na identificação dos integrantes da quadrilha. “Um dos assaltantes possui uma falha nos dentes, o que chamou a atenção, e ele foi o primeiro a ser identificado”, disse o delegado por meio de nota divulgada pela Polícia Civil.

Mimo e Ícaro devem ser encaminhados ao sistema prisional. A polícia continua com as buscas para localizar o paradeiro dos outros três integrantes da quadrilha.

Compra ilegal

Parte das joias roubadas, entre elas um bracelete de ouro, teriam sido revendidas ao comerciante Nivaldo Santana da Hora, dono da loja Nivaldo Joias, localizada na avenida Sete de Setembro, no centro da cidade. Isso é o que indica o suspeito Mimo, que apontou Nivaldo como o receptador do bracelete, que teria recebido R$ 580.

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