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Caso Moa: réu assume crime diante do júri, mas alega ter sido xingado pela vítima

Da Redação, informações de Andrezza Moura
Por Da Redação, informações de Andrezza Moura
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Julgamento acontece nesta quinta-feira | Foto: Joá Souza | Ag. A Tarde
Julgamento acontece nesta quinta-feira | Foto: Joá Souza | Ag. A Tarde - Foto: Joá Souza | Ag. A Tarde

O barbeiro Paulo Sérgio Ferreira de Santana, acusado de matar Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, assumiu diante do júri ter cometido o crime em outubro de 2018. O réu é submetido a júri popular nesta quinta-feira, 21, no Fórum Ruy Barbosa.

Durante o depoimento, Paulo Sérgio disse que foi xingado pelo capoeirista de "viadinho" e "pau no c*" antes de entrar em luta corporal com a vítima. Apesar de assumir a autoria da morte, alegou não ter premeditado a ação e que agiu por raiva.

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>>Caso Moa: promotor de Justiça acredita em condenação superior a 20 anos de prisão

"Vai dar tudo certo, praticamente já deu. Abaixo de Deus e dos Orixás, dando aquela força. Abrindo caminho e que a justiça vai ser feita, sim. Meu pai, mestre Moá, não merecia ser morto, covardemente, desta forma tão trágica, com 13 facadas", disse Somonair dos Santos da Costa, filha da vítima, à TV Bahia.

Na saída para o intervalo do julgamennto, familiares ressaltaram a frieza do réu diante do júri. A juíza do caso é Gelzi Maria Almeida Souza, a mesma do caso Kátia Vargas.

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