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“Foi com muita surpresa”, diz Quinho sobre veto da desoneração

Na última semana, Lula vetou o PL que prorroga a desoneração da folha de pagamento de 17 setores

Publicado quinta-feira, 30 de novembro de 2023 às 11:27 h | Atualizado em 30/11/2023, 12:11 | Autor: Da Redação
O PL vetado também incluía a redução da alíquota previdenciária dos municípios
O PL vetado também incluía a redução da alíquota previdenciária dos municípios -

O presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Belo Campo, Quinho, declarou, durante entrevista no Isso é Bahia, programa do A Tarde FM, nesta quinta-feira, 30, ter ficado surpreso com o veto na última semana do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Projeto de Lei 334/2023, que prorroga a desoneração da folha de pagamento de 17 setores e inclui a redução da alíquota previdenciária dos municípios.

“Esse era um alento, uma oportunidade do presidente da República, primeiro viabilizar ações importantes de redução de alíquota de imposto, seja nos contextos privados ou público público. Tínhamos uma grande oportunidade e de repente o [veto do] presidente, no qual eu gosto sempre de relatar que eu fui aliado, sou aliado de primeira linha, mas acho que foi um erro muito grande do presidente Lula, vetar esse projeto, haja vista a importância da manutenção do emprego dos segmentos do privado e principalmente com essa oportunidade de corrigir erros históricos”, disse.

Quinho também celebrou a liberação do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a 1ª parcela do adiantamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 2024 anunciados na última quarta-feira, 29.

“Já está na conta, graças a Deus tivemos uma grande vitória, primeiro pela recomposição das perdas do FPM, e o ICMS está sendo calculado, embora esse seja transferido para os estados que farão os repasses para os respectivos municípios de acordo com o seu percentual”, detalhou.

“Estamos cheios de expectativa, primeiro para que os municípios possam regularizar a questão da folha de pagamento de fornecedores, pagar o 13º, como também a recomposição do ICMS que foi perda histórica no final do ano de 2022 com a desoneração do imposto do ICMS dos combustíveis, que ao longo desses 11 meses acarretaram em acúmulos de dívidas para os municípios, então vamos chegar ao final do ano com algumas vitórias , importante relatar que não são suficientes ainda mas que é muito importante”, afirmou.

Após a entrevista, Quinho foi convidado para uma visita institucional, junto ao presidente João Melo Leitão do Grupo A Tarde e diretor de Relações Instituições , Luciano Neves.

Confira a entrevista completa:



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