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DESEQUILÍBRIO

Gasolina sobe R$ 0,39 na Bahia: Acelen confirma 8º aumento no estado

Com alta de 10,2% nas refinarias, combustível chega ao 8º reajuste no estado em 2026 e Sindicombustíveis cita desequilíbrio em relação à Petrobras

Jair Mendonça Jr
Por

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Oitavo reajuste no preço da gasolina
Oitavo reajuste no preço da gasolina - Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os motoristas baianos enfrentam, a partir desta quinta-feira, 30, o oitavo reajuste no preço da gasolina desde o início do conflito no Oriente Médio, em fevereiro de 2026.

A Acelen, gestora da Refinaria de Mataripe, anunciou uma alta de R$ 0,39 por litro no combustível repassado às distribuidoras, o que representa um salto de 10,2%.

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O anúncio acionou um alerta no Sindicombustíveis Bahia, que manifestou preocupação com o impacto inflacionário e a sustentabilidade dos postos revendedores.

O impacto do reajuste na Refinaria de Mataripe

Enquanto os preços do diesel (S10 e S500) permaneceram congelados, a gasolina sofreu um ajuste imediato. De acordo com os dados oficiais da Acelen, o valor do litro subiu de R$ 3,850 para R$ 4,243 nas vendas para as distribuidoras.

A empresa justifica a medida baseando-se em variáveis do mercado global

  • Custo do petróleo: compras baseadas em preços internacionais.
  • Câmbio: impacto direto da valorização do dólar.
  • Logística: custos variáveis de frete.

"A política de preços é transparente e amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais", defende a Acelen.

Diferença para a petrobras gera "desequilíbrio"

O Sindicombustíveis Bahia chamou a atenção para a disparidade entre a gestão privada da Refinaria de Mataripe e as unidades da Petrobras. Enquanto a Bahia acumula oito aumentos sob influência do cenário geopolítico, a estatal federal manteve estabilidade em suas refinarias no mesmo período.

Para a entidade, essa diferença cria um desequilíbrio concorrencial que prejudica a economia baiana frente a outros estados, afetando desde o índice de preços ao consumidor até o volume de vendas nas bombas.

O que muda para o consumidor final?

Embora o aumento de R$ 0,39 seja o valor na refinaria, o preço final nos postos pode variar. A composição do preço na bomba depende de:

  • Margens de lucro das distribuidoras;
  • Custos operacionais e margem dos postos;
  • Mistura obrigatória de biocombustíveis;
  • Carga tributária (ICMS e impostos federais).

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