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PRF ocupa área pacificada pela PM e frustra ação de traficantes

Publicado sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 às 19:27 h | Atualizado em 10/02/2012, 19:28 | Autor: Juscelino Souza | Sucursal Vitória da Conquista
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A presença de 23 homens e cinco viaturas do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) inibiu a ação de traficantes nas partes altas dos bairros Guarani e Nossa senhora Aparecida, zona leste de Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador.

Os pontos da parte alta, considerados estratégicos pelos bandidos devido a visão privilegiada da cidade, foram ocupados e pacificados há pouco mais de um mês, por tropas da PM, porém com a greve os criminosos retomaram o controle, reabrindo bocas-de-fumo, circulando armados pelas ruas e disputando pontos em troca de tiros.

A chegada dos policiais, há dois dias, resultou na apreensão de armas e prisão de acusados de atos de vandalismo. Os moradores, antes temerosos, começam a reabrir suas casas e pontos comerciais. “Um alívio. Ainda ontem (quinta) mesmo um rapaz quase era atingido por um tiro”, contou um morador.

Os PRFs também patrulham o centro comercial, resgatando a confiança da maioria dos comerciantes e clientes. “É certeza de segurança, já que os atos de vandalismo cessaram na cidade. Mesmo assim é preciso cautela, já que nem toda a cidade está coberta pela polícia rodoviária”, assinalou o comerciário Ubiratan Pereira.

No final da tarde de quinta-feira, 9, representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Polícia Militar, Ministério Público Estadual e Poder Judiciário elaboraram um documento para as autoridades estaduais e federais solicitando imediato envio de agentes de segurança para Vitória da Conquista.

Escuta - A respeito do advogado David Salomão, 29 anos, líder da greve dos PMS no município, que aparece em conversa telefônica com Marcos Prisco, o representante da OAB regional, Gutemberg Macêdo, declarou que o presidente da OAB no Estado, Saul Quadros, já tomou ciência da situação e que, possivelmente, Salomão deverá responder a um processo ético disciplinar, “podendo inclusive ser expulso do quadro da instituição”. O advogado Salomão não se manifestou sobre esse assunto.

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