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Suspeitos de tráfico internacional são mortos pela polícia na Bahia

Publicado às | Atualizado em 21/10/2021, 12:12 | Autor: Redação
Policiais disseram que foram recebidos a tiros | Foto: Reprodução
Policiais disseram que foram recebidos a tiros | Foto: Reprodução -
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Uma operação da Polícia Civil contra o tráfico internacional de drogas nas cidades de Irecê e Vitória da Conquista, levou à morte de dois irmãos e a prisão de um terceiro nesta terça-feira, 19, Os mortos são irmãos de Damária Jácome, prefeita da cidade de João Dias, no Rio Grande do Norte.

Em entrevista ao G1, a prefeita lamentou o ocorrido: "Eu e minha família estamos vivendo os piores momentos das nossas vidas. Perdi dois dos meus quatro irmãos. Jovens que foram brutalmente assassinados".

De acordo com a Polícia Civil, equipes foram recebidas a tiros pelos suspeitos na cidade de Barra, na Bahia. Houve confronto e os dois irmãos ficaram feridos. Eles foram socorridos, mas não resistiram. Duas pistolas, munições e um carro foram apreendidos com a dupla.

Os dois foram mortos durante a Operação Sinaloa, que foi deflagrada para cumprir mandados de prisão preventiva contra os alvos. O irmão sobrevivente, de 35 anos, teve a ordem judicial cumprida em uma academia, na cidade de Vitória da Conquista. O suspeito estava com a prisão decretada pela Justiça Federal do Paraná. Outras quatro pessoas da mesma família já haviam sido presas no Rio Grande do Norte.

De acordo com o diretor do Draco, delegado José Alves Bezerra Júnior, o trio suspeito de narcotráfico era apontado como um dos maiores fornecedores de drogas da Região Nordeste. “Apuramos que os irmãos chegaram a comercializar mais de R$ 30 milhões em maconha”, destacou Bezerra.

Ainda de acordo com a Civil, a quadrilha fazia parte da lista dos procurados pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol).

“A Operação Sinaloa integra uma série de ações de Polícia Judiciária, realizadas por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de combater a atuação de organizações criminosas no Nordeste”, ressaltou o diretor do Draco.

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