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Três são presos e R$ 17 mil é recuperado em operação na Bahia contra tráfico internacional

Da Redação
Por Da Redação
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Investigados serão indiciados pelos crimes de organização criminosa e tráfico internacional de drogas | Foto: Divulgação | PF
Investigados serão indiciados pelos crimes de organização criminosa e tráfico internacional de drogas | Foto: Divulgação | PF - Foto: Divulgação | PF

A Polícia Federal deflagrou a Operação Ikaro II na manhã desta quinta-feira, 4, Ao todo, foram três presos - dois eram considerados foragidos -, dois veículos e aproximadamente R$ 17 mil foram apreendidos. Além de munições, celular e notebook.

Segundo a PF, mais de 50 policiais federais participaram das operações em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e em Porto Seguro, no sul da Bahia. A ação aconteceu também em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.

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Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal da Seção Judiciária de Salvador. A segunda fase da Operação Ikaro tem objetivo de desarticular uma organização criminosa estabelecida na Bahia especializada no tráfico internacional de drogas.

O grupo usava o modal aéreo, cujo principal modus operandi era a cooptação de “mulas” para realização do transporte em voos comerciais para a Europa, sendo a droga, geralmente, escondida em bagagens. A Justiça Federal também determinou o bloqueio de valores depositados em contas bancárias em nome de 11 pessoas físicas e jurídicas investigadas.

As prisões de novos integrantes da organização criminosa decorrem da análise do material apreendido na primeira fase da operação, deflagrada em junho do ano passado.

Entre os meses de janeiro e fevereiro do ano de 2020 foram realizadas sete prisões em flagrante nos Aeroportos Internacionais Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, e Antônio Carlos Jobim – Galeão, no Rio de Janeiro. Na maioria dos casos, tratava-se de casais tentando transportar cocaína para Lisboa, Portugal, de forma oculta em suas malas.

De acordo com a PF, a semelhança do modo de atuação e das circunstâncias levaram à identificação do envolvimento de uma mesma organização criminosa em todos os casos, cujos integrantes estão sendo alvo das medidas judiciais cumpridas na presente data.

Ainda segundo a Polícia Federal, em caso de êxito, cada “mula” que realizava a viagem recebia aproximadamente 15 mil reais, gerando um lucro superior a meio milhão de reais para a organização criminosa, dependendo da quantidade de droga transportada.

Os investigados serão indiciados pelos crimes de organização criminosa e tráfico internacional de drogas.

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