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Caixa abre cadastro de imóveis para compra pelo governo e doação ao RS

Residências serão adquiridas por no máximo R$ 200 mil

Publicado sábado, 08 de junho de 2024 às 19:24 h | Autor: Agência Brasil
As residências serão adquiridas por no máximo R$ 200 mil
As residências serão adquiridas por no máximo R$ 200 mil -

A Caixa Econômica Federal começou neste sábado,8, a cadastrar imóveis prontos a serem comprados pelo governo federal e doados a família afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. As residências serão adquiridas por no máximo R$ 200 mil.

Os interessados em vender imóveis prontos para esse fim podem cadastrar as unidades no site, em que deve ser anexada toda documentação. Antes da aprovação, a Caixa deverá fazer uma avaliação física dos locais.

As residências serão destinadas a famílias das faixas 1 e 2 do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), com renda mensal de até R$ 4,4 mil. Os beneficiários deverão ser selecionados pelas autoridades locais.

É a primeira vez que o MCMV fará a aquisição de imóveis prontos. Com a medida, o governo busca agilizar o atendimento às famílias desalojadas. A operação foi possível por meio de uma portaria publicada pelo Ministério das Cidades na última quinta, 5.

Pela norma, podem ser comprados pelo governo imóveis novos ou usados com as seguintes características:

- Condição de habitabilidade;

- Estar localizada no Rio Grande do Sul em área não condenada pelo órgão municipal de Defesa Civil;

- Possuir registro junto ao cartório de registro de imóveis;

- Estar livre e disponível para alienação e desembaraçada de quaisquer ônus e gravames;

- Possuir regularidade urbanística e edilícia.

“Também será admitido o cadastramento de unidade habitacional nova com obras em execução desde que esteja concluída e legalizada para entrega em até 120 dias a partir da data do seu ingresso no sítio eletrônico”, informou o governo.

Segundo o balanço mais recente da Defesa Civil gaúcha, há no estado cerca de 575 mil pessoas desalojadas, ou seja, que foram obrigadas a deixar suas casas e até o momento não tiveram condições de voltar. Há ainda mais de 35 mil pessoas em abrigos temporários espalhados pelo Rio Grande do Sul.

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