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Carta pela democracia passa de 300 mil adesões e sofre ataques hackers

Site já sofreu mais de duas mil tentativas de ataque hacker e já registrou cerca de 7 milhões de acessos

Da Redação

Por Da Redação

28/07/2022 - 16:16 h

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Ex-ministro do STF, Celso de Mello afirmou que apoia o manifesto, mas não participará da leitura em agosto
Ex-ministro do STF, Celso de Mello afirmou que apoia o manifesto, mas não participará da leitura em agosto -

Mais de 300 mil pessoas já assinaram a carta em defesa da democracia, até a tarde desta quinta-feira, 28. O manifesto é organizado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

Segundo os organizadores, o site já sofreu mais de duas mil tentativas de ataque hacker e já registrou cerca de 7 milhões de acessos.

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Detalhes sobre os ataques, no entanto, não foram revelados, pois os organizadores decidiram não revelar como a defesa do site é realizada.

Há também um trabalho de investigação quanto as assinaturas para evitar que tentativas de sabotagem não sejam bem sucedidas.

O documento, intitulado “Carta aos Brasileiros” será lido em um ato na FDUSP, no largo São Francisco, em São Paulo, no dia 11 de agosto.

A leitura da Carta ficaria a cargo do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello. O magistrado, apesar de apoiar o manifesto, não estará presente no evento.

Ele alegou motivos de saúde, mas solicitou que seu nome estivesse incluído na lista dos signatários do documento, que reúne banqueiros, artistas e políticos.

Na carta onde anuncia a ausência do evento, Celso de Mello afirma que a única resposta possível às contestações ao sistema eleitoral por parte do Poder Executivo é “insurgir-se contra as tentações autoritárias e as práticas governamentais abusivas que degradam, deformam e deslegitimam o sentido democrático das instituições e a sacralidade da própria Constituição”.

“Necessário, pois, reagir aos pronunciamentos de um político menor (e medíocre) que busca permanecer na regência do Estado, mesmo que esse propósito individual, para concretizar-se, seja transgressor do postulado da separação de poderes e revelador de uma irresponsável desconsideração das instituições democráticas de nosso país”, diz ele no documento.

“Bolsonaro, além de sua distorcida visão de mundo, sustentada e exposta por quem ele realmente é, desnuda-se ante a nação como um político medíocre e que, além de possuir desprezível espírito autocrático, também expôs-se, em plenitude, em sua conduta governamental, como a triste figura de um presidente menor, sem noção dos limites éticos e constitucionais que devem pautar a conduta de um verdadeiro chefe de Estado".

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