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Escolas de SP terão ensino fundamental de 9 anos

Publicado segunda-feira, 20 de agosto de 2007 às 14:03 h | Atualizado em 20/08/2007, 14:03 | Autor: Agencia Estado
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O governador de São Paulo, José Serra, e a secretária estadual da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, lançaram hoje o Plano Estadual de Educação. São dez ações para atingir 10 metas até 2010. São Paulo já venceu o desafio da inclusão, com 98,6% das crianças de 7 a 14 anos nas escolas e 90% dos jovens de 15 a 17 anos estudando, segundo dados do governo. O foco das ações anunciadas hoje é melhorar a qualidade do ensino público. Uma das metas do plano é oferecer aos alunos um ano a mais de estudo, passando de oito para nove anos de ensino fundamental.

A primeira meta é alfabetizar todas as crianças do Estado com oito anos de idade. Como o aprendizado é um processo cumulativo, a alfabetização, já na fase inicial, vai elevar o aproveitamento dos estudantes em toda a vida escolar. O governo também anunciou a meta de reduzir em 50% as taxas de reprovação na 8ª série do ensino fundamental, além de reduzir em 50% os índices de reprovação no ensino médio. Para ampliar o aprendizado dos alunos com maior dificuldade, o governo irá implantar programas de recuperação nas séries finais de todos os ciclos (2ª, 4ª e 8ª séries do fundamental e 3ª série do médio).

Outra meta é atender toda a demanda de jovens e adultos por ensino médio. Será incluído em toda a rede o aprendizado profissionalizante. O governo também vai buscar a elevação em 10% nas avaliações externas nacionais e estaduais, como Saresp, Saeb e Prova Brasil. Professores, diretores e coordenadores terão à disposição um programa de formação continuada a ser realizado nas 5,3 mil escolas estaduais. Para isso, haverá o uso da tecnologia de informação, com itens como a instalação de computadores ligados à internet em todas as salas dos professores. Todos os colégios também terão laboratórios de informática e de ciência.

A merenda escolar será descentralizada ou municipalizada nas 30 cidades que ainda têm alimentação diretamente ligada ao Estado. Cerca de R$ 1,7 bilhão serão investidos em obras para que, como última meta, ocorra a construção de 74 escolas e outras 77 sejam reformadas ou ampliadas. Todos os colégios terão laboratórios de informáticas e de ciência, além de salas de professores com computadores, impressoras e ambiente multimídia.

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