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Municípios da região de Ribeirão Preto registram temperaturas negativas e geadas

Gustavo Porto | Estadão Conteúdo

Por Gustavo Porto | Estadão Conteúdo

18/07/2016 - 14:30 h | Atualizada em 19/11/2021 - 7:38

Municípios da região de Ribeirão Preto, no nordeste do Estado de São Paulo, registraram raras temperaturas negativas na madrugada desta segunda-feira, 18. Por causa de uma massa de ar polar que atinge o Estado, a temperatura mínima ficou em -1,4 grau Celsius em Jaboticabal, em - 1,3 grau em São Joaquim da Barra e em -1,1 grau em Bebedouro, segundo a Somar Meteorologia.

Entre as maiores cidades da região, que enfrentaram temperaturas máximas em torno dos 30 graus Celsius na semana passada, Ribeirão Preto registrou -1 grau Celsius e Franca -0,7 grau Celsius na madrugada. Exceto em Franca, as temperaturas negativas nas outras microrregiões foram mais severas do que em Campos do Jordão (SP), município onde as temperaturas rotineiramente são as mais baixas do Estado, mas onde a mínima da madrugada foi de -0,9 grau Celsius, segundo a Somar Meteorologia.

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Na maioria dos municípios, a queda da temperatura veio acompanhada de geadas, fenômeno climático que pode afetar as lavouras, principalmente as de cana-de-açúcar, já que a região de Ribeirão Preto é o principal polo mundial de cultivo da cultura. Segundo o sócio e diretor da Canaplan Consultoria, Luiz Carlos Corrêa de Carvalho, as geadas devem causar perdas na atual safra de cana, iniciada em abril, e ainda na safra 2017/2018, a partir do mesmo período do próximo ano. "A cana que já foi colhida nesta safra e que começa a fase de desenvolvimento para a próxima safra sofre muito com as geadas e ainda com o estresse climático, já que a variação de temperatura é muito forte. Já a cana ainda nas lavouras e também atingida pela geada muitas vezes é colhida antecipadamente e tem uma perda da produtividade", afirmou Carvalho.

Para o consultor, apenas nos próximos dias será possível mensurar o impacto das geadas nas lavouras canavieiras. "O que mais preocupa é o tamanho do estresse sofrido pelas lavouras, já que é a segunda geada ocorrida neste ano e outras ondas de frio estão previstas no inverno", concluiu.

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