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Nova tese da defesa diz que mãe de Suzane seria homossexual

Agência Estado
Por Agência Estado

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Primeiro a dominação pelo sexo. Depois a influência do espírito Negão. Agora é a sexualidade de Marísia, mãe de Suzane von Richthofen, que a defesa da jovem põe na roda para tentar absolvê-la da acusação de homicídio triplamente qualificado. “Os advogados estão dizendo que uma das teses de defesa é que Marísia tinha um caso homossexual”, disse o promotor Nadir de Campos. "São histórias de ironia e deboche. É um achincalhe da Justiça.” "Isso está no processo”, disse um dos advogados dela, Mário Sérgio de Oliveira. "Ela disse, em um dos interrogatórios, que o pai brigava com a mãe, na frente dos filhos, devido à suspeita de um relacionamento homossexual da mãe.” Mário Sérgio diz não saber se Marísia tinha ou não um caso extraconjugal.



“Se a Suzane demonstrar, nas entrevistas que estamos fazendo com ela, que isso possa ter influenciado, podemos falar disso no júri. Mas, a princípio, não tem relação com o júri. Não foi por esse motivo que o crime aconteceu”, afirmou. A mulher apontada como amante de Marísia, que preferiu não ser identificada, disse ter ficado chocada com a informação. “É mentira, um absurdo, o fim do mundo.” Ela vai procurar advogados para se preservar e se defender. "Mesmo que ela fosse (homossexual), e daí? Agora querem o linchamento moral dos pais. É um absurdo”, indignou-se o assistente de acusação, Alberto Toron. "É de mais uma covardia atroz. Acho que isso vai se voltar contra Suzane.”



ESTRATÉGIA - A linha de defesa de Suzane mudou radicalmente nas últimas semanas, quando o comando do caso foi assumido pelo advogado Mauro Otávio Nacif. “Ela está muito feliz porque eu estou brigando pela absolvição dela”, costuma repetir Nacif. Pelas estratégias anteriores, a condenação era dada como certa - a briga seria para diminuir ao máximo a pena. Nacif, em pouco tempo, operou uma reviravolta.



Em termos processuais, a tese nova de maior impacto é de que Suzane era “dominada sexual e psiquicamente” pelo ex-namorado Daniel, que também a drogava. Ele teria planejado o crime e a obrigado a participar. Em seguida, foram levantados outros argumentos “criativos": Daniel pressionava Suzane usando a figura do espírito de um bandido apelidado de Negão, o pai dos irmãos Cravinhos, Astrogildo, teria sido o mentor do crime e, agora, o suposto caso homossexual de Marísia.



O advogado dos Cravinhos, Geraldo Jabur, negou na terça-feira (20) que Astrogildo tenha qualquer participação no planejamento do crime. Segundo Nacif, Suzane ficou nervosa hoje ao ver entrevista do promotor Nadir no programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, apresentado por José Luiz Datena. "O Nadir estava dizendo que o argumento do espírito (Negão) mostra racismo. Não é isso.”

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