Busca interna do iBahia
HOME > BRASIL
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

BRASIL

PF desmonta plano do PCC de executar atentados e tortura contra agentes públicos

Fabio Serapião | Estadão Conteúdo

Por Fabio Serapião | Estadão Conteúdo

11/10/2018 - 11:24 h | Atualizada em 19/11/2021 - 9:20

Siga o A TARDE no Google

Google icon

Os setores de inteligência da Polícia Federal (PF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mapearam e desarticularam um plano do Primeiro Comando da Capital (PCC) para realizar atentados contra agentes públicos e explodir bombas em prédios públicos em todo o Brasil. Um dos alvos seria a sede do próprio Depen, em Brasília.

De acordo com a PF, com base na análise de bilhetes apreendidos pelos agentes do Depen foi possível interceptar ordens dos principais líderes da facção que, de dentro da penitenciária federal de Porto Velho, em Rondônia, articulavam a ação criminosa.

Tudo sobre Brasil em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

A investigação do caso deu origem a duas operações deflagradas nesta quinta-feira (11): a Pé de Borracha e a Morada do Sol.

Estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, sendo três deles em celas da Penitenciária e um imóvel de Porto Velho. Também serão proibidas as visitas íntimas para os alvos e eles serão incluídos no regime disciplinar diferenciado, o RDD.

A Pé de Borracha, a partir da análise da comunicação entre os presos, identificou um plano criminoso que objetivava o uso de explosivos em unidades prisionais. O propósito do plano, segundo a PF, era desestabilizar o Sistema Penitenciário Federal, em especial o Depen.

A Morada do Sol, por sua vez, mira o plano do PCC de sequestrar, torturar e assassinar agentes públicos para pressionar o governo federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) a liberar as chamadas visitas íntimas nos presídios federais. Essas visitas estão suspensas desde julho de 2017.

"As investigações identificaram que a facção criminosa já havia realizado o levantamento da rotina e atividade de diversos servidores públicos fora do ambiente de trabalho para serem sequestrados e/ou assassinados em seus momentos de folga", disse a PF por meio de nota.

Os investigadores descobriram que a comunicação entre os presos se dava por meio de bilhetes repassados entre as celas pelas chamadas "terezas" - pequenas cordas criadas a partir de fios retirados de roupas.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Play

Helicóptero cai no mar em pouso forçado na Praia da Barra da Tijuca

Play

Homem é preso por agredir mãe e filho com autismo; veja vídeo da ação

Play

Operação contra tráfico na BA e RJ tem ação em condomínio de alto padrão em Salvador

Play

Eduardo Bolsonaro ignora restrição de Moraes e grava vídeo para o pai

x